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	<title>Ponto Caffé</title>
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	<description>Manga · Games · Fun</description>
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		<title>Video Game Manga: Valkyrie Profile</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 23:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuando com a série 'Video Game Mangá', falo de um dos grandes jogos que quase ninguém jogou quando foi lançado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-231" title="Valkyrie Profile" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/header_valkyrieprofile.jpg" alt="Valkyrie Profile" width="740" height="125" /></p>
<div id="attachment_232" class="wp-caption alignleft" style="width: 191px"><img class="size-full wp-image-232" title="Volume 01" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/valkyrie000.jpg" alt="Volume 01" width="181" height="284" /><p class="wp-caption-text">Volume 01</p></div>
<p>Continuando com a série &#8216;Video Game Mangá&#8217;, falo de um dos grandes jogos que quase ninguém jogou quando foi lançado.<br />
Desenvolvido pela tri-Ace e publicado pela Enix (em 1999 ainda não era Square Enix), esse jogo se tornou cult e, devido à escassez de cópias produzidas, logo virou uma relíquia nas coleções de quem o tinha, ao mesmo tempo em que uma mina de ouro para quem queria vendê-lo. Até mesmo uns 3, 4 anos depois do lançamento e com o PS2 vendendo a rodo, cópias de Valkyrie Profile eram vendidas em sites como o ebay por 80 dólares. Oitenta dólares num jogo de PS1, já na era do PS2.<br />
Apesar de algumas críticas sobre ser um RPG linear que desencoraja a exploração e limita muito as escolhas que o jogador pode fazer, o sistema de batalha inovador, seus personagens marcantes, cenários, temática e história baseada na mitologia nórdica fizeram o game ser bem recebido pela crítica.</p>
<p>E falando em mitologia, acho que não dá pra explicar Valkyrie Profile direito sem falar um pouco que seja da mitologia no qual ele se baseia, a nórdica.<br />
No jogo você controla a Valquíria Lenneth, que foi convocada por Odin, o maior dos deuses vikings, para reunir almas de valiosos guerreiros que tenham morrido para lutarem na Ragnarok, a batalha épica entre a raça dos Aesir e dos Vanir, já que essa é a tarefa de uma valquíria. O jogo aproveita esse cenário para te jogar em Midgard, o mundo dos humanos para que você possa ir procurando e convocando as almas de guerreiros mortos e mandar para Valhalla, o mundo dos Deuses. E é aí que todo o &#8220;plot&#8221; do jogo se desenrola, você vai convocando guerreiro atrás de guerreiro, mas antes é apresentado um pouco de sua história e vê o momento de sua morte, até chegar a hora de convocar a alma de um guerreiro que Lenneth parece conhecer e acho que falar muito mais do que isso é estragar a história pra quem ainda não jogou (ou leu o mangá). São vários os personagens que lutam ao seu lado durante o jogo e chega ser até repetitivo todo o processo de &#8220;recrutamento&#8221;, até chegar ao ponto onde a história vira e parte para a conclusão.</p>
<div id="attachment_233" class="wp-caption alignleft" style="width: 253px"><img class="size-full wp-image-233" title="Valkyrie Profile" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/valkyrie001.jpg" alt="Lenneth e outros personagens" width="243" height="188" /><p class="wp-caption-text">Lenneth e outros personagens</p></div>
<p>O mangá pega tudo isso e espreme em dois volumes de aproximadamente 160~180 páginas cada, deixando alguns personagens de lado, mas até aí boa parte deles estava no jogo só pra &#8220;encher lingüiça&#8221; mesmo. Se o seu personagem favorito não aparece no mangá, muito provavelmente ele não era um dos principais para a história.<br />
Pensando melhor agora, o quadrinho passa bem essa sensação de que de repente, é o dramático final, com os aliados ficando para trás um a um abrindo espaço para a heroína lutar sozinha contra o vilão, revelar muito mais do que isso seria acabar com qualquer sentido para jogar ou ler, mas dá pra imaginar o que acontece.</p>
<p>O mangá saiu em 2000, publicado na Shonen GanGan (revista da Square Enix).<br />
Além da história principal, em 2001 uma espécie de &#8220;mangá spin-off do game&#8221; saiu. Valkyrie Profile: The Dark Alchemist não é bem baseado em game algum e como o nome sugere, tem o mago Lezard (e seu aprendiz) como personagens principais. Existem bem poucos capítulos traduzidos e disponíveis na internet, portanto não cheguei a ler a obra inteira (que possui 4 volumes no total), além de logo no começo não me parecer interessante.</p>
<p>Em 2006 saiu Valkyrie Profile 2, para o PS2. Não se tratava de uma continuação da história (e sinceramente, iriam continuar de onde?), esse jogo se passava antes dos acontecimentos do original, a Valquíria aqui não era Lenneth e sim Silmeria, que está contida no mesmo corpo de Alicia, a princesa de Dipan e com isso se desenrola outra história usando a mitologia nórdica como base. Silmeria havia desobedecido Odin e foi na verdade presa no corpo de Alicia, mas despertou, assim Odin enviou Hrist, uma outra valquíria para buscar Silmeria.</p>
<div id="attachment_234" class="wp-caption alignright" style="width: 238px"><img class="size-full wp-image-234" title="Valkyrie Profile 2" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/03/valkyrie002.jpg" alt="Valkyrie Profile 2" width="228" height="225" /><p class="wp-caption-text">Valkyrie Profile 2</p></div>
<p>Silmeria e Alicia então fogem da captura e ao mesmo tempo tentam prever uma catástrofe que pode dar início a uma guerra entre os deuses em Midgard.<br />
Uma boa introdução é apresentada por Lenneth no mangá, como se ela estivesse lembrando e contado a história para Arngrim e Jelanda (todos personagens do primeiro jogo). A partir daí, a história começa a se desenrolar por si só mesmo, Alicia é apresentada, bem como Silmeria e seus conflitos mentais com a dona do corpo onde ela reside, que a propósito, é MUITO chata. Alicia está sempre hesitando, sendo fraca e indecisa, ela já era assim no jogo, mas no mangá parece que elevaram esse aspecto da personalidade dela pra mais de 9000, no primeiro capítulo já tive vontade de esganá-la, a ponto de torcer para a &#8220;Valquíria malvada&#8221; Hrist pegar ela de jeito.<br />
Mas é interessante ver a interação entre Silmeria e Alicia, ainda que grande parte seja mostrada como &#8220;conversas telepáticas&#8221;, às vezes a autora desenha a Valquíria, como se ela estivesse na frente de Alicia, conversando com ela, coisa que não existe no game.<br />
A história parece seguir a do jogo sem muitas grandes diferenças, exceto um capítulo extra no final do volume 1 (que eu acredito ter no final de cada volume também), esse que mostra Alicia quando criança, coisa que também não está presente no jogo, mas com 4 volumes e o primeiro cobrindo aproximadamente 5 ou 6 horas de jogo, acho que a história deve ficar encurtada e resumida como aconteceu no mangá do primeiro jogo.</p>
<p>E assim encerro esse post sobre os mangás de Valkyrie Profile. Não sei se existe um mangá de Covenant of the Plume, último jogo da série que saiu, acredito que não, mas se tivesse muito provavelmente seguiria o &#8220;padrão&#8221;, sendo fiel aos personagens e suas personalidades, mostrando muito bem o começo da história, mas encurtando e resumindo mais pro final. Bons mangás para os fãs, não tão bons para quem não conhece os jogos.</p>
<p>Até o próximo post!</p>
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		<title>Olimpíadas de Inverno</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asides]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguém está acompanhando as Olimpíadas de Inverno em Vancouver? Para a matéria de mangás de esporte, vocês verão aqui um sobre salto em distância com esquis! Alguém já viu um mangá desses?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém está acompanhando as Olimpíadas de Inverno em Vancouver? Para a matéria de mangás de esporte, vocês verão aqui um sobre salto em distância com esquis! Alguém já viu um mangá desses?</p>
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		<title>Video Game Manga: The Legend of Zelda</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 22:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das mais famosas franquias da Nintendo, Zelda é um dos grandes sucessos incontestáveis do mundo dos games, cada título novo anunciado é aguardado com muita antecipação pelos fãs e apreciadores de bons jogos. Basicamente, Zelda é quase sempre sinônimo de um jogo ótimo, divertido e memorável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-218" title="The Legend of Zelda" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/header_zelda.jpg" alt="The Legend of Zelda" width="740" height="125" /></p>
<div id="attachment_224" class="wp-caption alignleft" style="width: 184px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda004.jpg"><img class="size-full wp-image-224" title="Oracle of Ages" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda004.jpg" alt="Oracle of Ages" width="174" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Oracle of Ages</p></div>
<p>Uma das mais famosas franquias da Nintendo, Zelda é um dos grandes sucessos incontestáveis do mundo dos games, cada título novo anunciado é aguardado com muita antecipação pelos fãs e apreciadores de bons jogos. Basicamente, Zelda é quase sempre sinônimo de um jogo ótimo, divertido e memorável.<br />
Criado pelo grande Shigeru Miyamoto em 1986, Zelda segue uma história até que simples e básica, você controla o herói, um menino loiro e de roupas verdes chamado Link e deve salvar a princesa que dá nome ao jogo, Zelda. Até aí nada demais, essa história de donzela em perigo e o herói que vai ao seu resgate deve ser uma das mais manjadas, em qualquer mídia. O que faz Zelda ser o sucesso que é, é a sua jogabilidade. É empolgante entrar numa masmorra nova controlando Link e se deparar com quebra-cabeças desafiadores, mas não impossíveis, e fazer uso dos vários ítens disponíveis ao longo da jornada para resolvê-los, além disso há todo um mundo criado, habitado por personagens carismáticos e bem reconhecíveis (quem não se lembra dos engraçados gorons e dos sérios Zoras?).<br />
Tudo isso (exceto a jogabilidade, por motivos óbvios) deve se transportar muito bem para um mangá, não é? Talvez.<br />
Existem vários, mas vários mangás dos jogos de Zelda, os principais pelo traço de Akira Himekawa e serão os que irei comentar aqui.</p>
<p>Akira e sua equipe começaram a adaptação de Zelda para os quadrinhos em 1999, com Ocarina of Time (de 1998), algo que parece até lógico, devido à ótima aceitação do jogo. Ocarina of Time foi nomeado não-sei-quantas-vezes &#8220;o jogo do século&#8221;, &#8220;o melhor jogo de todos os tempos&#8221;, &#8220;o melhor jogo de 1998&#8243; por um número sem fim de publicações e por aí vai, mas não foi por menos, o game é sensacional mesmo e deve ter salvo o N64 em 1998, logo produzir uma versão em quadrinhos para conseguir uma grana extra, um ano depois que o jogo fora lançado deve ter soado como uma boa idéia, além de ser um agrado para os fãs e colecionadores, o que resultou em dois volumes dividindo a história em &#8216;Child Saga&#8217;, contando a história até o momento em que Link adquire a Master Sword e desse ponto em diante &#8216;Adult Saga&#8217; até sua conclusão, além de duas histórias extras com acontecimentos que não existem no jogo.</p>
<div id="attachment_220" class="wp-caption alignright" style="width: 179px"><img class="size-full wp-image-220" title="Ocarina of Time" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda002.jpg" alt="Ocarina of Time" width="169" height="271" /><p class="wp-caption-text">Ocarina of Time</p></div>
<p>Esse é um mangá que tenho um carinho especial, pois foi um dos primeiros que traduzi e editei os scans para o português, ainda que tenha ficado horrível.<br />
Ele é bem fiel ao material de origem, contando a história de forma rápida e dinâmica, talvez até resumida, sendo que o jogo tenha umas 40, 50 horas e cada capítulo dos dois volumes uma média de 20 páginas.<br />
É interessante ver o até então &#8217;silent protagonist&#8217; Link falando e interagindo com outros personagens. A autora conseguiu deixar isso natural e fluindo, dando a Link uma personalidade que, acredito eu, todos acham que ele tem, embora nos jogos tudo o que se ouça sair da boca dele é &#8216;Hiya&#8217; &#8216;Waah&#8217; e derivados e não só dele, como de seus inimigos também. O chefe da primeira &#8216;dungeon&#8217; a aranha Gohma ameaça Link e Mido e não pára de exigir a &#8220;pedra&#8221;. Esses diálogos ajudam a história a ser contada de forma mais rápida e tornam os acontecimentos mais naturais, já que a parte de exploração é deixada completamente de lado. Gohma aparece, Link e Mido vão derrotá-lo e é isso aí, nada de ficar vagando pelo Grande Deku Tree atrás de baús e rupees.<br />
Até agora falei muito da história e não contei nada dela em si, mas realmente é preciso?<br />
Enfim, Link vive numa vila junto a várias outras crianças, os chamados Kokiris, cada um deles tem uma fada que serve como guia, exceto nosso herói. Os kokiris têm como espécie de guardião uma enorme árvore falante, chamada de Grande Deku Tree.<br />
Após ser atacado pela aranha parasita Gohma, o Grande Deku Tree acaba morrendo, mas antes conta toda a história da terra de Hyrule e de Link. A verdade é que Link não é um kokiri, por isso nunca teve uma fada, somente agora quando o próprio Deku Tree enviou a fada Navi ao seu auxílio, e que um grande mal estava tentando se apoderar do mundo, Ganondorf, o rei da tribo Gerudo quer se apoderar da triforce para realizar seu plano. Para evitar isso, Link deve despertar vários sacerdotes e viajar no tempo até ser velho o suficente para poder manusear a &#8216;Master Sword&#8217; e derrotar Ganondorf, tudo com muitas canções envolvidas, músicas que fazem o dia virar noite, teleportar Link para diversos locais entre outras, daí o subtítulo &#8216;Ocarina of Time&#8217;, para os desavisados, ocarina é um instrumento de sopro, funciona basicamente como uma flauta.</p>
<div id="attachment_221" class="wp-caption alignright" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-221" title="Phantom Hourglass" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zelda003.jpg" alt="Phantom Hourglass" width="209" height="318" /><p class="wp-caption-text">Phantom Hourglass</p></div>
<p>Apesar de haver algumas diferenças entre o game e o mangá, o básico está todo lá, quando chega no castelo de Hyrule, até mesmo a parte onde Link deve se esgueirar pelos jardins do castelo, escapando da visão dos guardas tem uma menção nos quadrinhos, mas a luta contra o dragão que aterrorizava os gorons na Montanha da Morte vai muito além do que o jogo jamais nos contou, o que, me lembro bem, causou a ira de um pessoal que lia os scans que traduzi (não vou contar, leiam!).<br />
O mangá de Ocarina of Time é muito bem desenhado e conta a história do jogo como quem jogou gostaria de ver (a maior parte do tempo, pelo menos) em formato de quadrinhos, algo que os fãs irão gostar de ver.<br />
No Japão, os dois volumes foram publicados pela Shogakukan e nos EUA pela Viz Media, interessados devem conseguir não muito caro em sites de livrarias de lá ou até mesmo no ebay. Eu já tive um dos volumes da Viz nas mãos e é muito bem produzido, quem resolver colecionar não vai se arrepender. Para quem se contentar com os scans, o link está lá embaixo.</p>
<p>Depois do sucesso de Ocarina of Time, o próximo Zelda foi lançado em 2000. Nele, um &#8220;Skull Kid&#8221; roubou a &#8220;Majora&#8217;s Mask&#8221;, um poderoso artefato e com ela faz a lua lentamente se aproximar de Termina, a terra do jogo, e se chocar com ela em três dias. Link deve então encontrar um meio de impedir que isso aconteça, fazendo uso de viagens no tempo (ainda com o uso da ocarina) e várias máscaras que lhe dão poderes diferentes.<br />
Apesar do jogo não ser uma continuação direta, logo no começo do mangá Link se lembra de como derrotou Ganondorf (em Ocarina of Time), dentre outras várias diferenças entre jogo e quadrinhos, como a própria origem da máscada de Majora.</p>
<div id="attachment_222" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/collezioneZelda_manga01.jpg"><img class="size-medium wp-image-222" title="Coleção Zelda" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/collezioneZelda_manga01-300x191.jpg" alt="Coleção de mangás de Zelda" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Coleção de mangás de Zelda</p></div>
<p>Não cheguei a jogar Majora&#8217;s Mask até o fim, portanto não arrisco comparações, mas acredito seguir a mesma linha de Ocarina of Time na relação game/mangá assim como praticamente todos os títulos seguintes de que colocaram na mão de Himekawa, passando pelos dois &#8216;Oracle&#8217; (do Game Boy), Minish Cap, Phantom Hourglass e até mesmo Four Swords.<br />
Outros autores também já fizeram sua representação de Zelda em quadrinhos, como Link&#8217;s Awakening por Ataru Cagiva (nunca ouvi falar) e A Link to the Past por Shotaro Ishinomori (autor de Cybor-009 e dono de um<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shotaro_Ishinomori"> cabelo com MUITO estilo</a>) que no começo eram só quadrinhos que faziam parte da revista Nintendo Power, para depois ser publicado em forma de graphic novel. Aqui a história também era contada de uma forma alternativa ao jogo.</p>
<p>Hoje parece improvável que alguém não tenha sequer ouvido falar de Zelda, sendo assim encaro os quadrinhos, principalmente aqueles pela Akira Himekawa, algo para os fãs, que já terminaram os jogos e só querem ver a história mais uma vez, só que contada de outra maneira.<br />
Para os interessados, a aparente infinita fonte de scans online, OneManga conta com vários dos mangás de Zelda disponíveis para leitura, todos é claro em inglês e o melhor, completos. Alguns grupos brasileiros traduziram também boa parte dos scans na net, apesar de aparentemente muitos terem largado a tradução no meio do caminho.</p>
<p><a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Links_Awakening/">Link&#8217;s Awakening</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Majoras_Mask/">Majora&#8217;s Mask</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Minish_Cap/">Minish Cap</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Ocarina_of_Time/">Ocarina of Time</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Oracle_of_Seasons/">Oracle of Seasons</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Oracles_of_Ages/">Oracle of Ages</a> (Inglês)<br />
<a href="http://dynamic.onemanga.com/The_Legend_of_Zelda_-_Phantom_Hourglass/">Phantom Hourglas</a>s (Inglês)<br />
<a href="http://animeblade.com.br/fansub/?menu=busca&amp;form_busca=zelda&amp;form_tipo=1">Lista de Scans de Zelda na Anime Blade</a> (Português)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mangás de Esportes</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 20:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem comecei a série sobre video game mangá e já estou juntando material para uma série sobre mangás de esportes! Graças ao mangá de baseball Ace of the Diamond. Aguardem!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem comecei a série sobre video game mangá e já estou juntando material para uma série sobre mangás de esportes! Graças ao mangá de baseball Ace of the Diamond. Aguardem!</p>
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		<title>Video Game Manga</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 19:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[video game manga]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é nenhuma novidade games e mangás andando lado a lado. É algo até comum e de certa forma parece natural. Uma obra que se torna popular e se espalha para outros tipos de mídia, sejam animes, filmes ou games.
Mas e quando um games aparece depois como mangá?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-203" title="Video Game Manga" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/header_vgmanga.jpg" alt="Video Game Manga" width="740" height="125" /></p>
<p>Não é nenhuma novidade games e mangás andando lado a lado. É algo até comum e de certa forma parece natural. Uma obra que se torna popular e se espalha para outros tipos de mídia, sejam animes, filmes ou games.</p>
<p>Mas e as obras que começam como games e depois aparecem como mangá?<br />
Acredito que sejam vários os motivos para que isso aconteça, seja para mostrar um outro lado da história que não aparece no jogo, contar a mesma história de uma forma diferente, acrescentar um prólogo ou uma extensão das coisas que aconteceram no final da contra parte digital ou simplesmente ganhar uma grana extra em cima de algo realmente popular, os conhecidos caça-níqueis.</p>
<div id="attachment_204" class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><img class="size-full wp-image-204" title="Zelda" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/zeldamajora.jpg" alt="Mangá de Zelda" width="190" height="271" /><p class="wp-caption-text">Mangá de Zelda</p></div>
<p>Começo assim mais uma série de posts com o mesmo tema. Video Game Manga, games que ganharam um mangá. Podem não ser muito populares aqui pro ocidente, mas existem aos montes lá na terra original dos mangás. Zelda, por exemplo tem uma versão mangá para praticamente cada game lançado (exceto talvez Twilight Princess, confesso não ter visto mangá dele), Valkyrie Profile do PS1 (e PSP) e sua &#8220;continuação&#8221; Valkyrie Profile Silmeria do PS2, ambos têm mangá, a série Kingdom Hearts é outra que tem uma versão em quadrinhos para cada jogo. Até mesmo Final Fantasy XII tem um mangá e não, não é doujinshi. Afinal, de doujinshis de games o mundo tá cheio, dos mais bizarros até os mais fiéis, que fazem você querer que aquilo fosse algo oficial e lançado por aqui.<br />
Falando em &#8216;lançado por aqui&#8217;, não me recordo de nenhum mangá de video games ter sido lançado aqui no Brasil ainda, somente Megaman a uns bons 10 anos atrás ou mais, não seguia a história de nenhum dos jogos (Megaman e X andavam juntos), colocaram alguns alienígenas no meio da história, Roll não conseguia ficar vestida por uma edição completa e por aí vai.</p>
<div id="attachment_205" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-205" title="Megaman" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/megaman.jpg" alt="Megaman brasileiro" width="200" height="303" /><p class="wp-caption-text">Megaman brasileiro</p></div>
<p>Essa obra desastrosa acabou cancelada, tornando impossível saber como termina essa mistureba toda. E antes que perguntem, sim, era licenciado oficialmente pela Capcom. Não sou nenhum fanboy ou expert em Megaman, mas era uma bagunça.</p>
<p>Ainda na área de &#8220;nem tudo são flores nesse tipo de mangá&#8221;, às vezes um jogo que leva umas 40 horas para ser terminado pode não &#8220;caber&#8221; em dois volumes de 180 páginas cada um, como no caso de Valkyrie Profile. O game em si tem uma evolução meio lenta e os fatos que levam ao final parecem acontecer todos de uma só vez e muitos personagens parecem estar lá para simplesmente encher linguiça, mas isso não acaba com o mérito do jogo, que é bom, na humilde opinião de quem vos escreve. <div id="attachment_213" class="wp-caption alignleft" style="width: 141px"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/valkyrieprofile1.jpg" alt="Valkyrie Profile" title="Valkyrie Profile" width="131" height="205" class="size-full wp-image-213" /><p class="wp-caption-text">Valkyrie Profile</p></div>No mangá tudo o que acontece no jogo é exprimido e contado às pressas, sem espaço para o desenvolvimento dos personagens. Fica praticamente claro que é algo para os fãs do jogo, que conhecem os personagens e não precisam de apresentações, só querem vê-los em outro formato. Fico imaginando a reação de quem nunca tenha nem ouvido falar de Valkyrie Profile ao ler esse título, não consigo pensar em nada além de um grande ponto de interrogação na cabeça da pessoa.</p>
<p>Sendo assim, pra quem é voltado esse tipo de mangá? Para o fã do jogo que quer ver a história contada de outro jeito, mesmo que às vezes seja uma experiência decepcionante? Penso que pode ser algo parecido com os games que vão para a telona do cinema, os fãs sempre vão reclamar disso ou daquilo, faltou x ou y. De fato, às vezes essas &#8220;conversões&#8221; não acabam ficando nada boas, mas se deixarmos o fanatismo de lado podemos apreciar um bom mangá, ou no caso um bom filme. Nunca fui de ficar procurando detalhes para detonar um filme ou mangá, simplesmente aproveito (exceto quando é BEM ruim mesmo e inaproveitável).<br />
Aguardem nos próximos posts dessa série vários mangás sobre video games, comparações jogo/quadrinho e é claro, links para quem quiser ler.<br />
Até o próximo post.</p>
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		<title>Emerging</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/emerging/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 21:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[seinen]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia normal como qualquer outro na enorme capital que é Tóquio. Trens lotados de estudantes indo pra escola, trabalhadores a caminho de seus empregos, nada demais. Mas e quando alguém simplesmente tosse no meio de um trem lotado, o que acontece? Quantas bactérias, vírus e não sei mais o que são jogados no ambiente? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-193" title="header_emerging" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/header_emerging.jpg" alt="header_emerging" width="740" height="125" /></p>
<p>Era um dia normal como qualquer outro, naquela enorme capital que é Tóquio. Trens lotados de estudantes indo para a escola, as pessoas à caminho de seus trabalhos&#8230; porém a história muda de cenário quando alguém simplesmente tosse no meio de um trem lotado. O que acontece? Quantas bactérias, vírus e não sei mais o quê são jogados no ambiente?</p>
<div id="attachment_194" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/post.jpg"><img class="size-full wp-image-194" title="post" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/post.jpg" alt="Infectada?" width="225" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Infectada?</p></div>
<p>‘Emerging’ conta a história de um Japão ameaçado por um novo vírus, rápido e letal. Tudo começa quando um daqueles trabalhadores começa a passar mal no emprego e vai embora, tossindo muito e visivelmente inchado até que no meio de Shinjuku ele começa a jorrar sangue e em questão de segundos cai morto.<br />
Quando feita a autópsia o Dr. Onotera se depara com um cadáver com a aparência asquerosa , coberto por bolhas, as veias aparentes e saltadas. Tendo a consciência de que aquele não é um vírus comum e sem saber o que fazer ou por onde começar, Onotera se prepara para iniciar um corte com o bisturi, mas é logo impedido pelo Dr. Sekiguchi que ao invés do bisturi insere uma pequena agulha no corpo daquele homem, então o sangue contaminado é jorrado por toda a sala. Caso tivesse iniciado o corte com o bisturi, Onotera estaria coberto daquele sangue contaminado.<br />
Preocupados com essa possível doença letal, os dois médicos levam uma amostra ao maior e melhor laboratório do Japão, a fim de descobrir do que se trata e são surpreendidos quando esse vírus não se compara a nenhum já existente, trata-se de um novo vírus que se espalha rapidamente fazendo novas vítimas, atualmente sem a menor chance de cura.<br />
O desespero atinge as pessoas, o governo tenta esconder e colocar panos quentes, o ministério da saúde corre contra o tempo tentando acalmar a população e encontrar uma saída enquanto a mídia cumpre o papel de soltar o terror.<br />
E assim começa a investigação para saber de onde surgiu algo tão perigoso e como elaborar um meio de salvar as pessoas.</p>
<p>Emerging é um mangá que mexe comigo sempre que leio.<br />
Não sei se é paranóia ou hipocondria, mas o jeito com que o autor trata essa propagação do vírus é de aterrorizar. Quando um personagem tosse, o autor ilustra a cena com pequenas bolinhas que cobrem todo o ambiente onde a situação se passa, simbolizando tudo o que saiu daquela tosse, dando um arrepio a cada ação dessas. Já pararam para pensar, como disse no começo do post, quando alguém simplesmente tosse, por exemplo, num ônibus num dia de chuva, onde todas as janelas estão fechadas?!<br />
Esse mangá me lembrou um pouco a agitação e reviravolta que deu na época da gripe H1N1 (gripe suína), era uma correria para tratar os infectados, uma situação de desespero em todos aqueles que ainda não estavam com o vírus, casos aumentando no mundo inteiro, pessoas morrendo e ninguém ainda tinha uma vacina para isso, é esse desespero que o mangá passa. Você sente a corrida contra o tempo acontecendo conforme a história avança e sente que se não der tempo, todos morrem.</p>
<div id="attachment_195" class="wp-caption alignright" style="width: 295px"><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/post2.jpg"><img class="size-full wp-image-195" title="post2" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/post2.jpg" alt="Dr. Onotera e Dr. Sekiguchi" width="285" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Onotera e Dr. Sekiguchi</p></div>
<p>O legal é que mesmo com os dois médicos usados como personagens &#8220;principais&#8221; o verdadeiro protagonista do mangá é esse vírus e como ele é lidado, não existem super heróis ou super poderes nessa história, apenas pessoas comuns como nós, lutando contra mais uma doença que surge do nada, e procurando respostas. De onde veio esse vírus? O primeiro infectado no mangá aparentemente tinha uma vida normal e não teve contato com estrangeiros, então como, de repente ele explode em sangue no meio de Tóquio? Só lendo para descobrir.<br />
Publicado em 2004 na &#8216;Morning&#8217; da Kodansha, Emerging foi finalizado com apenas 2 volumes.</p>
<h4>Scans</h4>
<p><a href="http://www.onemanga.com/Emerging/">OneManga</a> (Inglês)</p>
<h4>Imagens</h4>

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		<title>Ichiban Brasil 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[Off-Topic]]></category>
		<category><![CDATA[ichiban brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Vários blogs se uniram para realizar um projeto para "medir" o gosto dos brasileiros em relação a mangás, animes, novelas japonesas (j-dramas ou doramas, como preferirem...) e músicas nipônicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/header_ichiban.jpg"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/02/header_ichiban.jpg" alt="header_ichiban" title="header_ichiban" width="740" height="125" class="aligncenter size-full wp-image-187" /></a></p>
<p>Participem!<br />
O pessoal dos blogs <a href="http://www.anmtv.com.br">ANMTV</a>, <a href="http://www.dramasinn.com">Drama’s Inn</a>, <a href="http://gyabbo.wordpress.com">Gyabbo!</a>, <a href="http://www.jwave.com.br">J-Wave</a>, <a href="http://www.interney.net/blogs/maximumcosmo">Maximum Cosmo</a>, <a href="http://www.mithril.com.br">Mithril</a> e <a href="http://www.subeteanimes.com.br">Subete Animes</a>, depois de um planejamento de aproximadamente sete meses conseguiram trazer a tona esse projeto tão interessante e que eu espero muito, vá pra frente, cresça e vire referência aqui no nosso Brasilzão.<br />
Trata-se de um prêmio (ainda que simbólico) que &#8220;mede&#8221; o gosto do brasileiro em relação a mangás, animes, novelas japonesas (j-dramas ou doramas, como preferirem&#8230;) e músicas nipônicas. É bem simples e fácil, você só precisa acessar o site do projeto e votar nos seus preferidos. A votação fica aberta até o dia 15 de Fevereiro e os resultados serão divulgados no dia 20 de Fevereiro. Participem!<br />
Meus parabéns e toda a sorte os blogs que tornaram isso possível!</p>
<p>Votem através do site do projeto: <a href="http://ichibanbrasil.com.br/">Ichiban Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Melhores de 2009 (Parte 3: Bloody Monday)</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/melhores-de-2009-parte-3-bloody-monday/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 20:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[sci-fi]]></category>
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		<category><![CDATA[suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Terminando a série de melhores mangás que li em 2009, Bloody Monday foi outro título “surpresa”, que me despertou interesse pelo título. Confesso que me animei com o início dele, mas após os três primeiro capítulos larguei a leitura. Não por falta de interesse, simplesmente parei de ler, mas ainda bem que resolvi retomar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bloodymonday.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-174" title="header_melhores2009-bloodymonday" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bloodymonday.jpg" alt="header_melhores2009-bloodymonday" width="740" height="125" /></a></p>
<div id="attachment_175" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-175" title="melhores2009-bloodymonday-2" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bloodymonday-2.jpg" alt="melhores2009-bloodymonday-2" width="288" height="251" /><p class="wp-caption-text">O hacker Falcon</p></div>
<p>Terminando a série de melhores mangás que li em 2009.<br />
Bloody Monday foi outro título “surpresa”, que me despertou interesse pelo título. Confesso que me animei com o início dele, mas após os três primeiro capítulos larguei a leitura. Não por falta de interesse, simplesmente parei de ler, mas ainda bem que resolvi retomar.<br />
Esse é um mangá de suspense e ação “no limite”. Um vírus letal adquirido por um grupo terrorista na Rússia é levado ao Japão e usado para ameaçar todo o país. Em troca da não liberação do vírus, o grupo quer a libertação de seu líder. Para combatê-los, um órgão de investigação secreto do governo é acionado e no meio disso tudo está um menino hacker, conhecido pelo pseudônimo de “Falcon”.  A história é emocionante do começo ao fim e tem de tudo que um bom suspense desse tipo pode ter. Traições, reviravoltas, complicações inesperadas, situações imprevisíveis muitas coisas de tirar o fôlego, some a isso lugares reais do mundo atual e o mangá consegue facilmente passar uma sensação de desespero ao leitor. É algo diferente ler que um castelo de um mundo de fantasia tá prestes a ser destruído e ler que, sei lá, o prédio da prefeitura pode explodir a qualquer hora. No segundo caso o leitor não precisa de muita explicação de como o lugar em questão é importante e às vezes até conhece o lugar, sabe onde fica, talvez até mesmo já esteve lá. É como assistir um filme de catástrofe, onde Nova York, Tóquio ou o Rio de Janeiro estão sendo destruídos, você reconhece o lugar num instante. Enfim, isso cria um cenário perfeito para Bloody Monday sem precisar sair do muito do mundo real.</p>
<div id="attachment_176" class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-176" title="melhores2009-bloodymonday-1" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bloodymonday-1.jpg" alt="Capa do Volume 9" width="288" height="251" /><p class="wp-caption-text">Capa do Volume 9</p></div>
<p>Conforme os capítulos vão passando cada vez menos sobrem personagens em quem confiar, e mesmo os que se mostram confiáveis te deixam com um “pé atrás”, culminando numa surpresa de cair o queixo quando o final se aproxima.<br />
Bloody Monday foi um dos poucos mangás que terminaram em 2009 e que li até o final (ele foi publicado de 2007 a 2009) e acredito que devido a popularidade ganhou uma ‘Season 2’ que infelizmente não me empolgou muito, ainda. O suspense e a sensação de desespero ‘cada-segundo-conta’ ainda estão lá, os personagens estão mais velhos, mas fica uma pequena sensação de ‘mais do mesmo’. A série original também rendeu um TV drama (as novelas japonesas), de 11 episódios que foi ao ar em 2008, acredito que no <a href="http://www.mithril.com.br/" target="_blank">Mithril</a> haja um review do mesmo, pra quem se interessar.</p>
<p>E aqui encerro minha série de melhores mangás que li em 2009. Espero que tenham gostado e aguardem no ano que vem, os melhores de 2010!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Melhores de 2009 (Parte 2: Eyeshield 21)</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/melhores-de-2009-parte-2-eyeshield-21/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 21:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[shounen]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade à série de posts com os melhores mangás que li em 2009, Eyeshield 21, mangá sobre futebol americano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-eyeshield21.jpg" alt="header_melhores2009-eyeshield21" title="header_melhores2009-eyeshield21" width="740" height="125" class="aligncenter size-full wp-image-168" /></p>
<p>Faz um tempo que não leio um mangá sobre esportes. Eu gosto do gênero, gosto de esportes, mas parece que ultimamente nada tem chamado a minha atenção nesse &#8220;ramo&#8221;. Pelo menos nada desde Eyeshield 21, sobre futebol americano.<br />
No começo achei estranho. Um mangá, história em quadrinhos japonesa, sobre futebol americano, um esporte praticamente centrado nos Estados Unidos. Não vou dizer que não existem fãs fora dos EUA, muito pelo contrário, mas me parecia pouco provável que um mangá sobre esse esporte fosse vingar no Japão, mas vingou! Em publicação por 7 anos (de 2002 a 2009), contou com 37 volumes e um anime de 145 episódios, além de vários games para PS2, NDS e por aí vai&#8230;<br />
<div id="attachment_169" class="wp-caption alignleft" style="width: 223px"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-eyeshield21-1.jpg" alt="Futebol Americano" title="melhores2009-eyeshield21-1" width="213" height="320" class="size-full wp-image-169" /><p class="wp-caption-text">Futebol Americano</p></div>Mas sempre fiquei intrigado, por que tanto sucesso? Será que o esporte foi deixado em segundo plano? Muito pelo contrário, o foco do mangá desde o começo foi o esporte.<br />
Olha só, no Japão alunos do colegial podem participar de atividades extra-classe na escola, os chamados ‘’clubes’’. Existe clube de praticamente tudo, de esportes à acadêmicos. Clube de baseball, futebol, leitura, desenho e tantos outros. Eu sinceramente não faço idéia se realmente existem clubes de futebol americano nas escolas do Japão, mas é a partir daí que o mangá começa, num clube de futebol americano caindo aos pedaços com apenas dois membros que sonham serem campeões do campeonato de futebol americano, como todo mangá de esporte colegial, e no meio disso está nosso personagem principal: um manézão que sempre foi feito de capacho pelos moleques e protegido pela sua amiga de infância. Só que ele tem um talento especial, ele corre MUITO rápido. Ao perceberem isso, os membros do clube de futebol americano recrutam ele (meio que à força) e vão re-erguendo o clube. Nada de muito especial nisso, visto que em praticamente todo mangá de esporte um personagem X tem algum talento especial pro esporte e vai com seus amiguinhos ganhar o campeonato importante que eles querem. Eyeshield 21 se diferenciou (de novo, no meu ponto de vista) graças aos seus personagens. O capitão do time de futebol americano é praticamente um mafioso, chantagem não é nada para ele.<br />
<div id="attachment_170" class="wp-caption alignright" style="width: 177px"><img src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-eyeshield21-2.jpg" alt="Todo mundo vai querer jogar!" title="melhores2009-eyeshield21-2" width="167" height="240" class="size-full wp-image-170" /><p class="wp-caption-text">Todo mundo vai querer jogar!</p></div>O outro integrante original do clube é um gorducho que parece uma manteiga de tão emocional, que tem o coração puro e bom, os adversários não ficam para trás, todos com vários personagens marcantes e caricatos. Os times inventados pelo autor são temáticos e seus jogadores não fogem a regra. Há um time chamado &#8216;Sphynx&#8217; e todos seus jogadores parecem que vieram do Egito jogar futebol americano. Esse tipo de humor ajuda a deixar a leitura de Eyeshield 21 boa e simples, mas sem quebrar muito o ritmo e emoção eletrizante de cada partida, até culminar no desfecho que todo mundo sabe desde os primeiros capítulos.<br />
Vocês devem conhecer o fenômeno que foi “Slam Dunk”, fazendo com que a molecada nas escolas tomasse gosto pelo esporte (no caso basquete), Eyeshield 21 fez praticamente a mesma coisa, mas numa proporção muito menor, mostrou o futebol americano aos japoneses e fez com que eles também quisessem praticar esse esporte.<br />
Graças aos seus personagens marcantes, jogos emocionantes e comédia escrachada que Eyeshield 21 está nessa lista. Confesso que até fiquei até triste quando o mangá terminou.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Melhores de 2009 (Parte 1: Bakuman)</title>
		<link>http://blog.j-caffe.net/melhores-de-2009-parte-1-bakuman/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 23:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manga]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>
		<category><![CDATA[shounen]]></category>
		<category><![CDATA[slice of life]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre foi difícil montar essas listas que vivem aparecendo em finais de ano, os ‘melhores disso’, os ‘melhores daquilo’...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bakuman.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-158" title="header_melhores2009-bakuman" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/header_melhores2009-bakuman.jpg" alt="header_melhores2009-bakuman" width="740" height="100" /></a></p>
<p>Sempre foi difícil montar essas listas que vivem aparecendo em finais de ano, os ‘melhores disso’, os ‘melhores daquilo’&#8230;<br />
O problema maior é realmente lembrar tudo o que passou e foi visto durante o ano e não realmente montar uma lista, acontece que tenho a memória de um lambari e isso dificulta muito recordar o que eu li em janeiro passado, o que foi bom ou que foi ruim. Há quem diga que se foi realmente bom, não teria como esquecer e é me baseando nisso e forçando a memória que vou tentar montar essa &#8220;lista&#8221;, em nenhuma ordem específica. Tenham em mente que aqui vou escrever sobre mangás lidos em 2009 e não lançados em 2009. É possível também que eu tenha começado a ler os títulos que serão citados aqui bem antes de 2009, mas como o blog começou no final do ano passado&#8230; então vamos nessa!</p>
<div id="attachment_159" class="wp-caption alignleft" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-159" title="melhores2009-bakuman-1" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bakuman-1.jpg" alt="Mashiro e Takagi" width="263" height="276" /><p class="wp-caption-text">Mashiro e Takagi</p></div>
<p>Logo de cara, meu mangá preferido de 2009 foi Bakuman, da dupla Tsugumi Ohba e Obata Takeshi, sim, aqueles que nos trouxeram Death Note (e que até hoje, não li até o final). Completamente diferente da sombria guerra de nervos que é DN, Bakuman fala sobre sonhos e “paixonites” da adolescência. O personagem principal é um qualquer e se contenta com isso, sabe que dali a uns 10 anos estaria num trabalho qualquer como qualquer outra pessoa nada especial, mas é graças à uma sugestão inesperada e uma promessa inacreditável que ele e o aluno mais inteligente da escola começam a desenhar mangá, para quando for famoso e seu sonho se realizar ele possa se casar com a mocinha da história.</p>
<p>Bakuman me cativou de um jeito que há muito tempo um mangá não cativava.<br />
A idéia de fazer um &#8220;mangá sobre “mangá&#8221; não deve ser lá nova, mas a execução dela é que me atrai em Bakuman, além de mostrar um pouco mais de perto como funciona a produção de um mangá (algo que sempre tive curiosidade). Vejam só, quando era criança já pensei em ser desenhista!<br />
Tudo isso com um romance meio esquisito no meio. O protagonista e seu parzinho prometeram não se ver até que alcancem seus sonhos e aí, se casam. Meio absurdo, mas completamente puro.</p>
<div id="attachment_162" class="wp-caption alignright" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-162" title="melhores2009-bakuman-2" src="http://blog.j-caffe.net/wp-content/uploads/2010/01/melhores2009-bakuman-21.jpg" alt="Desenhando mangá" width="263" height="163" /><p class="wp-caption-text">Desenhando mangá</p></div>
<p>E é através de reuniões com o editor aqui, roteiros e idéias ali que o mangá vai se desenrolando&#8230; mostrando que não é muito fácil ser publicado na Shounen Jump semanal e muito mais difícil ainda é manter-se em publicação. O mercado japonês, tendo como base o que é mostrado em Bakuman, é feroz e parece que os autores matam um leão a cada semana para manterem seus títulos na ativa.</p>
<p>A arte é a já conhecida, mas adotando um traço menos puxado pro realismo de DN (não que DN seja puro realismo em sua arte&#8230;). Então, por mostrar uma história diferente do que estava acostumado a ler, ter personagens interessantes, situações interessantes, misturando drama, romance, comédia, suspense e é me deixando ansioso a quase todo final de capítulo que Bakuman leva o &#8216;melhor mangá de 2009&#8242;.</p>
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